"A prova que as licenciaturas não formam cidadãos, é Oeiras."
Daniel Oliveira, no O Eixo do Mal, SIC. Bravoo!
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12 outubro 2009
22 julho 2009
A diferença em Lisboa
“O tempo, e desde já é esse tempo, irá mostrar que os Cidadãos por Lisboa não se diluíram, num regresso ou integração no PS por diversos procéres anunciado, mas que o acordo coligatório mantém a nossa autonomia. As listas conjuntas que vamos construir não são uma abdicação: são a única solução possível de convergência de esforços, num momento de escolha difícil e num quadro legal que proíbe os movimentos de cidadãos de fazerem coligações. (...)”. Leia o resto no link e veja porque se faz e como A diferença em Lisboa.
Com o valor que atribuo à Cidadania, à Ética e à Liberdade, sentiria que alguma coisa não estaria bem se Helena Roseta e os Cidadãos por Lisboa não o merecessem.
Com o valor que atribuo à Cidadania, à Ética e à Liberdade, sentiria que alguma coisa não estaria bem se Helena Roseta e os Cidadãos por Lisboa não o merecessem.
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18 julho 2009
Cidadãos por Lisboa na CML
O "acordo coligatório” dos Cidadãos por Lisboa, com a candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, é não só uma mais valia para a cidade como para a candidatura do PS. Todos reconhecem que Helena Roseta marcou nestes dois anos a diferença no estilo a que estávamos habituados. Basta entrar na página oficial dos CPL para se verificar como foram importantes as suas acções.
Não foi no entanto uma decisão fácil, porque este Movimento recusa entrar no calculismo dos jogos partidários. Quem ali está fartou-se do espartilho do modelo actual de participação cívica, nos partidos, onde a liberdade é claustrofóbica, e dificilmente volta a alinhar naqueles jogos. Mas o importante para os Cidadãos por Lisboa no momento da decisão, foi a governança da cidade, e a possibilidade de vir a ser desgovernada pela populismo de Santana Lopes, ficando a sobrevivência do Movimento suspensa do que vier a acontecer no próximo futuro.
Mas para que se perceba que não foi uma assimilação pelo PS, aqui ficam os termos do acordo. Mais uma vez a Esquerda não se entende e continua a preferir o estatuto de oposição, mostrando assim falta de coragem para agarrar a gestão da coisa pública. Alguma vez terá que ser, não? Ou só lá vão em maioria?
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Não foi no entanto uma decisão fácil, porque este Movimento recusa entrar no calculismo dos jogos partidários. Quem ali está fartou-se do espartilho do modelo actual de participação cívica, nos partidos, onde a liberdade é claustrofóbica, e dificilmente volta a alinhar naqueles jogos. Mas o importante para os Cidadãos por Lisboa no momento da decisão, foi a governança da cidade, e a possibilidade de vir a ser desgovernada pela populismo de Santana Lopes, ficando a sobrevivência do Movimento suspensa do que vier a acontecer no próximo futuro.
Mas para que se perceba que não foi uma assimilação pelo PS, aqui ficam os termos do acordo. Mais uma vez a Esquerda não se entende e continua a preferir o estatuto de oposição, mostrando assim falta de coragem para agarrar a gestão da coisa pública. Alguma vez terá que ser, não? Ou só lá vão em maioria?
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