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30 dezembro 2011

O Crespo...


...é um mééééééééérrrrrrdas!

… é uma reacção incontida - vim directamente do sofá prá’qui – porque não aguento andar há muito assistindo pasmado à subserviência e ao medo com que cada entrevistado mais ou menos mediático se acagaça perante o lado pidesco que lhe detecta no interrogatório, e os leva à sabujice da anuência, culminado com uma entrevista à Ministra (a da elevação da Virgem ao céu) Cristas - e que até é vejam bem… “democraaata”! “cristããã” meu deeeus!…- e este chorrilho televisivo dá-me ironicamente uma enorme felicidade: saber que não frequento felizmente os mesmos templos de limpeza de almas desta gente. Que nojo! São-no de tal forma que nos encostam a radicalismos que não queremos por respeito à nossa formação tolerante. Toleraaante! Não disse cristããã! Esse cristã, que lhes enche a boca e esvazia a alma e se aproveita do nome de um homem que não escolheria hoje por nada uma cruz para ir morrer por gente desta.

08 maio 2011

O cresponalismo

Um jornal lê-se, se o quisermos comprar. Uma estação de rádio ouve-se, se a sintonizamos, mas um canal de televisão impõe-se, quer queiramos quer não, porque há sempre um aparelho ligado onde quer que estejamos. É por isso dramático termos que continuar a ouvir as mesmas vozes do antes da crise, porque os mesmos sons evocam os mesmos cenários e nós queremos mudar até de móveis. O Plano Inclinado na SIC já nos deprimia antes da vinda do FMI, mas continuar a ouvir ainda a voz de Mário Crespo a perorar, agora em conjecturas com uma entrevistada, explorando o simbolismo de um hipotético efeito catalisador não sei de quê, que sobre o actual momento nacional se abateria se tivéssemos entre nós um casal tão feliz como foi a Snu e o Sá Carneiro, (!) é demasiado para ouvir, demasiado mesmo quando não temos acesso ao botão do comando para fazer zap e o som nos chega sem autorização vindo da outra sala. Para isto, já nos bastou o casamento real. É um arrepio o odor que exala deste formato de “jornalismo”. Uma nojice de que o FMI não nos livrou.

12 julho 2010

Saudades coloniais?

Mário Crespo, o tal do “Palhaço”, para Mira Amaral: - E Angola, ainda poderá voltar a ser o eldorado que já foi?

Mira Amaral: - (!) Não gosto dessa expressão. O que lhe posso dizer é que...” etc. etc.

Que palhaçada é esta pá? Ainda estás no tempo do botas?

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12 fevereiro 2010

Com as unhas de fora

Isto que se diz no Pátio das Conversas, é a Direita com as unhas de fora desesperada. Imagine-se a força com que virá se quebrarmos nós na defesa deste Estado de Direito. Ver a Manuela M. Guedes fazer aquelas dementes declarações no re-lançamento das crónicas já lidas do Crespo, com a grande ex-comunista e agora tia, Zita Seabra e aqueles dois Juízes do Sindicato dos Magistrados a assistir, mete medo, mas apenas por saber que eles se estão a servir da liberdade de expressão e não a usá-la.

10 fevereiro 2010

Os amigos de Crespo

Contou-me um amigo escandalizado, a conversa que acabava de ouvir ao Ex-Bastonário do Advogados, António Pires de Lima, no Jornal das Nove da SIC Notícias d’hoje, do já inefável Mário Crespo. Afirmou ele algures na conversa, que:

- (*) (…) Aquele senhor Sócrates é um aldrabão de feira, e

- (…) Não aconselho ninguém a investir neste momento em Portugal.

Nem mesmo um qualquer desvario próprio da sua idade deveria ser desculpa para deixar este cavalheiro a ofender e a rir alarvemente. Como é possível? Depois, recorrendo à política da terra queimada, fala daquela forma do investimento em Portugal sem ser interpelado por essa conversa? Que jornalismo é este em que só conta a conversa reaccionária e se despreza a informação? Como se deixa passar uma conversa contrária aos interesses nacionais? Com azeiteiros destes não precisamos de Almunias nem de agências sabotadoras da nossa credibilidade internacional e é intolerável que aquele tortuoso “jornalista” se desfaça em risinhos de contentamento pelas declarações de mais um convidado que serviu perfeitamente a sua persecutória agenda. É uma tristeza.

04 fevereiro 2010

Ainda o Crespo

O grande Mário é isto!

Mário by himself.

Liberdade de Expressão ou liberdade de “Informar”?

Tudo visto aqui, no Pátio das Conversas


Reedição: Aqui no Câmara Corporativa também há matéria suficiente para se ficar com uma ideia do que se passou, veja-se este sobre a Crespologia... Ou esta repescagem de um texto de Cintra Torres. Também por lá descobri que Crespo é testemunha da Guedes e do Moniz no famoso processo da TVI. Tudo se conjuga.
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02 fevereiro 2010

"Pulhices" e "Palhaçadas"

As palhaçadas e as pulhices que estão a envolver Mário Crespo começam a feder. Tenho visto entrevistas que pela raiva subjacente ou pela besuntice babada lhe definem o carácter por detrás da máscara. Não sou obrigado a levar com comissários de outros interesses, travestidos de ingénuos jornalistas e nenhuma destas "palhaçadas" e "pulhices" são inócuas.

Há muito que me habituei a saber ler e ouvir a Comunicação Social e teria que estar eu num manicómio se colocasse as Guedes e os Crespos na galeria dos que contribuíram alguma vez para isso. Parece que vai estar nas jornadas parlamentares do CDS/PP... Fará lá falta por certo, vai ter o seu banho de afecto, mas não é disto que o Jornalismo precisa nem é assim que vai sobreviver.
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Reedição: Ou se quiserem, ele é um bom jornalista, como Jardim é considerado um bom político, o Pinto da Costa um bom dirigente desportivo ou Toy um bom cantor. Há audiências e gostos para tudo, eu é que não sou obrigado a alinhar pelo gosto comum e ninguém me pode proibir de o confessar. Fica pois a confissão. E daí?
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08 janeiro 2010

24 novembro 2009

Tenho medo...

“Tenho medo de uma sociedade que não tem medo de escutar. Nesse sentido Mário Crespo, tenho medo.” Era assim que os seus entrevistados de ontem, Saldanha Sanches e Paula Teixeira da Cunha poderiam bem ter respondido, quando você queria insistentemente que eles entrassem na sua campanha do Medo. Você quer fazer acreditar as pessoas, que há Medo, quer levá-las a dizer o que faz parte da sua agenda. Está a ser patético e os seus objectivos são indisfarçáveis.

Remeto-o de os olhos fechados e ouvidos tapados para VPV, no Público. Lido em primeira mão no Pátio das Conversas: (…) "A oposição acusa Sócrates de não dar explicações ao país sobre o que alegadamente disse na escuta a Armando Vara. Não percebe, ou percebe demasiado bem, que a mais leve explicação abriria um precedente perigoso. Dali em diante, o primeiro boato com uma aparência de plausibilidade forçaria o primeiro-ministro a justificar, como culpado presuntivo, cada movimento e cada palavra, que directa ou indirectamente transpirasse para a televisão ou para a imprensa. O Governo acabaria por se transformar, como de resto já se transformou, numa feira contínua e num escândalo gratuito. É inteiramente legítimo tentar remover Sócrates de cena. Não é legítimo, nem recomendável arriscar nessa querela a própria integridade do regime." Como vê Mário Crespo até o inefável VPV escreve assim.

Apanhemos quaisquer Sócrates ou Cavacos se eles forem sacripantas, mas sem que isso ponha em causa uma coisa mais fundamental, a nossa liberdade e o direito a não ser escutados em manobras de diversão manipuláveis por qualquer mente sem escrúpulos, quanto à devassa da nossa privacidade. Isso, mete mais medo do que os seus Medos.