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15 junho 2011
14 janeiro 2011
Uma aldeia estranha.
Começa a ser dificil justificar tudo com a estória do “mísero” professor. Senão, veja aqui:
Não é estranho tudo isto? Seremos assim todos tão crédulos, trouxas, para acharmos que a ligação a esta gente e aos negócios que estão por aí visíveis é uma coisa inócua? Ou estas ligações serão um estranho caso de naifismo político? Não haverá por aí uma metade mais um de portugueses que vá votar e diga basta a este tipo de honestidades? Vamos aplicar à Presidência da República a receita de Oeiras de Gondomar de Felgueiras? E então a ética, que nos diz que um Presidente da República tem que ter no seu histórico outra capacidade de fazer amigos e não se deixar envolver pelas suas teias?
Onde anda agora Teresa Caeiro e os arautos de campanha que se preocuparam com um pequeno texto de autor já justificado?
Onde anda agora Teresa Caeiro e os arautos de campanha que se preocuparam com um pequeno texto de autor já justificado?
05 junho 2009
O que têm em comum:
Cavaco Silva, Oliveira e Costa, Dias Loureiro, Daniel Sanches, Miguel Cadilhe, Rui Machete, Amílcar Theias, Arlindo de Carvalho, Briosa e Gala, Joaquim Coimbra etc.?
Nada. Dizem. Porque é abusivo ligar um Partido a eles, só porque eles estão ligados a um Partido. Vamos lá a ter maneiras!
Claro que é tudo gente honesta. Cavaco não sendo o meu presidente, é o nosso presidente, é o que temos, e se há um crédito que lhe dou é o da honestidade. O problema não sendo esse, é outro: é serem muitos, do mesmo naipe, na mesma jogada!... É como jogar à sueca e sair-nos uma rodada só de trunfos. Sorte? Azar? Talvez, mas é garantida a desconfiança sobre a próxima rodada de cartas! Não?
Nada. Dizem. Porque é abusivo ligar um Partido a eles, só porque eles estão ligados a um Partido. Vamos lá a ter maneiras!
Claro que é tudo gente honesta. Cavaco não sendo o meu presidente, é o nosso presidente, é o que temos, e se há um crédito que lhe dou é o da honestidade. O problema não sendo esse, é outro: é serem muitos, do mesmo naipe, na mesma jogada!... É como jogar à sueca e sair-nos uma rodada só de trunfos. Sorte? Azar? Talvez, mas é garantida a desconfiança sobre a próxima rodada de cartas! Não?
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