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UMA NOVA IMAGEM.
A MESMA BANDEIRA
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em 2010
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em 2010
Comemoração dos 100 anos da Implantação da Republica e
Comemoração dos 900 anos da Fundação da Nacionalidade
Esta proposta da remodelação da bandeira é apenas a adaptação do estandarte de formato quadrado em uso pelas Forças Armadas Portuguesas, ao projecto da Nova Bandeira Nacional que se deveria efectuar nas comemorações a realizar em 2010, para com esta alteração homenagear:
- A República que comemora os 100 anos da sua implantação em 1910.
- E Portugal que vai comemorar os 900 anos da sua fundação em 1110.
Esta imagem resulta visualmente mais equilibrada, e a razão para a apresentar é tão nobre que não teremos tão breve uma data tão significante. São apenas cinco alterações, mantendo-se identificada a bandeira, uma vez que é difícil justificar neste contexto, alterações mais profundas:
- As cores passam a ter a proporção igual na bandeira.
- O verde altera para o tom azeitona, mais compatível com o vermelho.
- A esfera armilar é envolvida com a coroa de louros do estandarte.
- A simbologia deveria ser revista por manifesta desadequação à actualidade.
- A simbologia deveria ser revista por manifesta desadequação à actualidade.
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Porque a fita que envolve o escudo tem uma inscrição que pertence às Forças Armadas, nessa recomposição deveria ser analisado em conjunto o sentido das diversas simbologias inscritas no brasão de armas, como os castelos ou as chagas por exemplo, que têm uma representação que já não faz nenhum sentido hoje. A inclusão dos louros resolve o problema da limitação daquela isolada esfera armilar e do seu perdido efeito visual no centro da actual bandeira. Basta atentar na nova imagem da proposta e na manutenção da identidade que ela continua a representar, para se tomar este projecto como derradeiro face ao momento para que se propõe.
Porque a fita que envolve o escudo tem uma inscrição que pertence às Forças Armadas, nessa recomposição deveria ser analisado em conjunto o sentido das diversas simbologias inscritas no brasão de armas, como os castelos ou as chagas por exemplo, que têm uma representação que já não faz nenhum sentido hoje. A inclusão dos louros resolve o problema da limitação daquela isolada esfera armilar e do seu perdido efeito visual no centro da actual bandeira. Basta atentar na nova imagem da proposta e na manutenção da identidade que ela continua a representar, para se tomar este projecto como derradeiro face ao momento para que se propõe.
2007 – Proposta da Portugal Europe’s West Cost (recusada)Esta bandeira azul, foi a proposta de alteração apresentada pela campanha actualmente em curso sobre Portugal, mas não considerada ou recusada. Todos sabemos que há com Portugal um problema de imagem, mas todos sabemos da dificuldade dessa inversão, temos bons vinhos, bons sapatos, bons produtos etc., mas falta de imagem, porque são outros factores que pesam na sua modificação. Vemos também com alguma frequência outros países fazer essa publicidade, não sendo por isso errado tentar por esta via comunicar outra imagem que altere o estereotipo que alguns têm de nós. Mas o erro não foi só este projecto de bandeira aparecer neste contexto. Tão errada foi a alteração proposta, porque a cor azul apresentada seria retomar o inicio a o fim das cores da Monarquia que tiveram bandeiras azuis, e azul total é também a bandeira da União Europeia! Uma campanha publicitária, apesar da sua qualidade, não é um motivo suficiente para alterar uma bandeira.
1910 – Implantação da República
1110 – Fundação da Nacionalidade A nova imagem proposta não foi outra, por se conhecer o pensamento reticente e conservador dos portugueses nesta matéria, e para se mostrar que é possível, manter a nossa identidade com a bandeira sem uma alteração radical. Não me referi muito às alterações da simbologia, mas chamo a atenção para a análise que Fernando Eloy faz de Macau, aqui neste post, que subscrevo. As bandeiras nascem a maior parte das vezes no seguimento de acontecimentos ou revoluções profundas, e isso faz com que passem a exibir representações relacionadas, mas uma bandeira deverá ser um símbolo unificador.
Concordo por isso que se analise a questão dos símbolos, embora sejam pequenos detalhes numa visão global da bandeira, porque também não gosto de ver lá os troféus do sangue que fizemos aos mouros e outros, numa falta de respeito por esses povos, ou os símbolos que nada têm a ver com o Estado laico que somos, e nos quais não me revejo nem um pouco, parecendo que aquela bandeira é só dos portugueses com uma determinada crença religiosa.
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