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14 agosto 2009
Fado quase perdido
12 agosto 2009
Devaneios monárquicos
Quanto ao episódio do roubo da bandeira da Câmara de Lisboa e troca pela monárquica, na fachada dos Paços do Concelho, parecem haver claramente duas grandes formas de abordar a questão. Uma, que valoriza essa pretensa vertente mais inócua (!) e divertida. Há muitos neste grupo a bater com a mão na barriga divertidos, e outros esfregando as mãos por servir bem a sua causa. A outra, é a dos que acham que não é o direito sucessório de uma linhagem familiar que deve definir o regime da nação: República ou Reino e consideram isto, uma operação de mau gosto com a agravante de ter sido potenciada pela ajuda de meios de divulgação detentores de informação única e privilegiada.
Há símbolos da nação, que têm que ser preservados de manipulações equivocas, por isso, existe legislação que se adequa de forma a não passar por brincadeira o que lá no fundo se pretende seja sério. É aqui que aparece Alberto João para baralhar tudo isto, depois do avacalhamento que já fez de vários órgãos de soberania. Os planos não são muito diferentes. Veremos como são tratados.
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11 agosto 2009
Discursos positivos
Ver um dirigente desportivo referir-se ao seu adversário mais directo, o Benfica, da forma correctíssima como fez José Eduardo Bettencourt, do Sporting, ainda que isso corresponda a uma espécie de correcção de discursos anteriores, deveria ser um exemplo a seguir por todos os incendiadores das lides da bola. Há muito que não via uma postura destas, quando valorizou como um bom indicativo para o futebol que o Benfica tivesse reunido 62 000 adeptos num jogo de apresentação no seu estádio. Disse que era bom ver este entusiasmo à volta do Benfica e que era bom para todos. O que quero fazer ressaltar e valorizar com isto, é o valor deste discurso positivo e sem rancores, apesar de adversários. Que bom seria que todos os outros o seguissem neste bom exemplo, entre eles Dias Ferreira, o seu azedo e intragável comentador dos programas da bola. Mas veja-se aqui o primarismo da reacção de alguns adeptos.
08 agosto 2009
06 agosto 2009
O Charuto
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O recente julgamento de dinheiros na Suíça e a passagem de charutos, fez lembrar-me poses como esta. Barriga bem nutrida, peitaça empertigada e no charuto a infalível necessidade da exibição, ou de lucros ou vertigem de poder. Na cara, um sorriso descarado que nos põe trouxas e incomoda, a outros obriga a respeito canino e a alguns, social ou politicamente dependentes, até medo. Apesar da permanente ligação entre estes homens e a fumaça, e a fumaça e outros fumos, o mal só pode estar nos homens, não acredito que seja algum aditivo ou defeito dos charutos.
O recente julgamento de dinheiros na Suíça e a passagem de charutos, fez lembrar-me poses como esta. Barriga bem nutrida, peitaça empertigada e no charuto a infalível necessidade da exibição, ou de lucros ou vertigem de poder. Na cara, um sorriso descarado que nos põe trouxas e incomoda, a outros obriga a respeito canino e a alguns, social ou politicamente dependentes, até medo. Apesar da permanente ligação entre estes homens e a fumaça, e a fumaça e outros fumos, o mal só pode estar nos homens, não acredito que seja algum aditivo ou defeito dos charutos..
Aceitam-se palpites, quantos são?
Aceitam-se palpites, quantos são?
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04 agosto 2009
Mais uma laranja...
Isaltino disse que o seu mal foi ter acreditado em pessoas que não devia. (!...) Pergunta-se: Se tivesse acreditado nas pessoas que devia, o que saberíamos hoje? Nada?
Quer se queira quer não, foi muito tempo a laranjas podres, não é uma conclusão forçada, é uma evidência constante que só peca por tardia.
Quer se queira quer não, foi muito tempo a laranjas podres, não é uma conclusão forçada, é uma evidência constante que só peca por tardia.
03 agosto 2009
A música portuguesa
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A criatividade humana é surpreendente em vários domínios. Quando pensamos que já tudo foi dito ou feito, haverá sempre uma última forma de grande qualidade para nos surpreender. A música não foge à regra e as recuperações de canções portuguesas só têm dignificado o nosso panorama musical pela grande qualidade com que são feitas. Este é o mais recente exemplo, com um excelente arranjo e uma portentosa interpretação. Há já algum tempo que a música portuguesa vem atingindo a maioridade e é tempo de reconhecê-lo. É pena que uma das montras mais visíveis em termos mediáticos seja a do desfile festivaleiro anual. Retiro provisoriamente o som residente para o poder confirmar. Passado o período provisório terá que activar este som e desactivar o residente.
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01 agosto 2009
Abrenúncio Salamanca!
(Reeditado por alteração da fonte)
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Tinha para edição mais um texto que envolvia a nossa relação com Espanha, quando intervenientes na polémica – a Universidade de Salamanca - fazem renascer, outra vez em simultâneo com uma visita oficial, a de Juan Carlos à Madeira, a questão Ibérica, publicando duvidosas sondagens sobre quem é contra ou a favor. Aqui no Alcatruz por exemplo, diz-se que se elas fossem feitas em casa de Saramago dariam 100%!... Porém, um dos mais bem fundamentados escritos sobre o tema que encontrei, escrito já em 2006, por Miguel Urbano Tavares Rodrigues, está aqui neste link: O fantasma do Iberismo volta a ser agitado.
Passaram três anos e tudo o que ali se diz está agora mais agravado, o que prova a validade da argumentação deste comunista que respeito. Leiam porque acho obrigatório.
Mas convêm também conhecer o outro lado e saber um pouco mais sobre alguns notáveis iberista portugueses. Veja-se Oliveira Martins, neste extremado resumo de Carlos Fontes.
Tenho para mim que há nesta questão do Iberismo uma mãozinha secreta e invisível. É que há demasiadas coincidências que se têm simultâneamente verificado e os governos PS estão nisto atolados. Influência póstuma de Oliveira Martins?! Pouco me importa em que parte do espectro político se enquadra este meu anti-iberismo, porque a questão é transversal, mas sei que esta nuvem que vai-e-vem, mais reforça o meu conceito de Pátria.
No artigo que tenho para edição, existe curiosamente a mesma preocupação com alguns comportamentos e distracções nacionais, por isso, junto mais este link oportuno, não deixando de referir o problema da denominação Ibéria, para designar uma companhia de aviação unicamente espanhola, enquanto que nenhum país nórdico se apropriou do termo Scandinavian (SAS), para fazerem uma companhia comum: juntaram-se três, a Dinamarca, Suécia e Noruega. Como se vê, para a Espanha a Ibéria são eles. Curiosamente eu também acho que sim, por isso é que nunca me senti Ibérico.
Leiam aquele grande texto de Miguel Urbano Rodrigues, se querem saber porque razão esta questão não se põe nas nossas relações pessoais só ao nível da simples discordância, mas num outro patamar superior, bem mais preocupante para a paz nacional.
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Passaram três anos e tudo o que ali se diz está agora mais agravado, o que prova a validade da argumentação deste comunista que respeito. Leiam porque acho obrigatório.
Mas convêm também conhecer o outro lado e saber um pouco mais sobre alguns notáveis iberista portugueses. Veja-se Oliveira Martins, neste extremado resumo de Carlos Fontes.
Tenho para mim que há nesta questão do Iberismo uma mãozinha secreta e invisível. É que há demasiadas coincidências que se têm simultâneamente verificado e os governos PS estão nisto atolados. Influência póstuma de Oliveira Martins?! Pouco me importa em que parte do espectro político se enquadra este meu anti-iberismo, porque a questão é transversal, mas sei que esta nuvem que vai-e-vem, mais reforça o meu conceito de Pátria.
No artigo que tenho para edição, existe curiosamente a mesma preocupação com alguns comportamentos e distracções nacionais, por isso, junto mais este link oportuno, não deixando de referir o problema da denominação Ibéria, para designar uma companhia de aviação unicamente espanhola, enquanto que nenhum país nórdico se apropriou do termo Scandinavian (SAS), para fazerem uma companhia comum: juntaram-se três, a Dinamarca, Suécia e Noruega. Como se vê, para a Espanha a Ibéria são eles. Curiosamente eu também acho que sim, por isso é que nunca me senti Ibérico.
Leiam aquele grande texto de Miguel Urbano Rodrigues, se querem saber porque razão esta questão não se põe nas nossas relações pessoais só ao nível da simples discordância, mas num outro patamar superior, bem mais preocupante para a paz nacional.
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30 julho 2009
Martinho da Arcada
Não sei se o Martinho da Arcada está agora envolvido nesse risco, como alerta o seu proprietario, a propósito do desassossego que é a passagem dos transportes colectivos à sua frente que lhe tiram também a dignidade, mas sei isso sim, que é tempo de mudarmos de atitude e estarmos atentos aos perigos que cercam os lugares que nos restam como este, como o Nicola, a Brasileira do Chiado ou a Vesailles. Enterrar a cabeça na areia e fingir que não se vê só porque são negócios privados é um erro, aqueles lugares são história, são património vivo, pertença da cidade. Pessoa não nos perdoaria.
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29 julho 2009
27 julho 2009
Marinho e Pinto na Abril
O Bastonário Marinho e Pinto, dá mais uma prova do seu empenho na Justiça aceitando este convite para um pequeno debate, sem luzes da ribalta, no fim da tarde de amanhã dia 28 às 18h00, na Abril, na R. de S. Pedro de Alcântara, 63 – 1º Dto. - Metro do Chiado, uma pequena associação que desde a campanha de Lourdes Pintasilgo à Presidência da República se dedica a promover o desenvolvimento social e a cidadania. Vale a pena ir, porque é motivador ouvir uma pessoa como ele falar da Justiça. A sala é pequena não se atrase.
Quem aqui vem, sabe quanto já escrevi sobre ele mesmo antes de ser bastonário, e é com agrado que descubro novos textos de apoio como este do Alpendre da Lua. Leia no link a sua entrevista ao Expresso.
Quem aqui vem, sabe quanto já escrevi sobre ele mesmo antes de ser bastonário, e é com agrado que descubro novos textos de apoio como este do Alpendre da Lua. Leia no link a sua entrevista ao Expresso.
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24 julho 2009
22 julho 2009
A diferença em Lisboa
“O tempo, e desde já é esse tempo, irá mostrar que os Cidadãos por Lisboa não se diluíram, num regresso ou integração no PS por diversos procéres anunciado, mas que o acordo coligatório mantém a nossa autonomia. As listas conjuntas que vamos construir não são uma abdicação: são a única solução possível de convergência de esforços, num momento de escolha difícil e num quadro legal que proíbe os movimentos de cidadãos de fazerem coligações. (...)”. Leia o resto no link e veja porque se faz e como A diferença em Lisboa.
Com o valor que atribuo à Cidadania, à Ética e à Liberdade, sentiria que alguma coisa não estaria bem se Helena Roseta e os Cidadãos por Lisboa não o merecessem.
Com o valor que atribuo à Cidadania, à Ética e à Liberdade, sentiria que alguma coisa não estaria bem se Helena Roseta e os Cidadãos por Lisboa não o merecessem.
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21 julho 2009
Superbe! - II
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Porque é uma alegria ver amigas decidir meter mãos à obra e obterem resultados destes, fica mais uma confirmação do que disse aqui.
Encore une fois, merci Cloclo.
Encore une fois, merci Cloclo.
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18 julho 2009
Cidadãos por Lisboa na CML
O "acordo coligatório” dos Cidadãos por Lisboa, com a candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, é não só uma mais valia para a cidade como para a candidatura do PS. Todos reconhecem que Helena Roseta marcou nestes dois anos a diferença no estilo a que estávamos habituados. Basta entrar na página oficial dos CPL para se verificar como foram importantes as suas acções.
Não foi no entanto uma decisão fácil, porque este Movimento recusa entrar no calculismo dos jogos partidários. Quem ali está fartou-se do espartilho do modelo actual de participação cívica, nos partidos, onde a liberdade é claustrofóbica, e dificilmente volta a alinhar naqueles jogos. Mas o importante para os Cidadãos por Lisboa no momento da decisão, foi a governança da cidade, e a possibilidade de vir a ser desgovernada pela populismo de Santana Lopes, ficando a sobrevivência do Movimento suspensa do que vier a acontecer no próximo futuro.
Mas para que se perceba que não foi uma assimilação pelo PS, aqui ficam os termos do acordo. Mais uma vez a Esquerda não se entende e continua a preferir o estatuto de oposição, mostrando assim falta de coragem para agarrar a gestão da coisa pública. Alguma vez terá que ser, não? Ou só lá vão em maioria?
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Não foi no entanto uma decisão fácil, porque este Movimento recusa entrar no calculismo dos jogos partidários. Quem ali está fartou-se do espartilho do modelo actual de participação cívica, nos partidos, onde a liberdade é claustrofóbica, e dificilmente volta a alinhar naqueles jogos. Mas o importante para os Cidadãos por Lisboa no momento da decisão, foi a governança da cidade, e a possibilidade de vir a ser desgovernada pela populismo de Santana Lopes, ficando a sobrevivência do Movimento suspensa do que vier a acontecer no próximo futuro.
Mas para que se perceba que não foi uma assimilação pelo PS, aqui ficam os termos do acordo. Mais uma vez a Esquerda não se entende e continua a preferir o estatuto de oposição, mostrando assim falta de coragem para agarrar a gestão da coisa pública. Alguma vez terá que ser, não? Ou só lá vão em maioria?
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17 julho 2009
Jardim é "ilegal"
O PSD nasceu como sabemos de figuras que se moviam no interior do regime que o 25 de Abril derrotou. Podemos discutir a intensidade do fascismo na sua fase final, mas era ainda a mesma ditadura que nos subjugou durante 50 anos, e foi de lá que vieram os fundadores do PPD/PSD, entre os quais Alberto João Jardim. Se alguns refizeram o percurso e são gente da nossa Democracia, este, parece viver ressabiado no nosso sistema, porque lhe sai com frequência por entre os dentes serrados daquele pensamento, o muito do ódio que lhe vai na alma. Com o antigo regime conviveu todo o tempo, sem que se lhe conheça algum protesto, bem pelo contrário, talvez exista no nosso arquivo histórico alguma inscrição na célebre União Nacional, o Partido do regime.
Alberto João fez parte daquela miséria, porém, só começamos a vê-lo como “democrata” quando este caciquismo independentista incendiava a Madeira, com um certo ódio aos contenentais e cujo cheiro ainda senti quando lá estive em 1977. Jardim é perigoso porque a cobardia de alguns sectores nacionais atingiu níveis vergonhosos. O PPD/PSD torna-se co-responsável nestas declarações por não se demarcar das alarvidades do seu fundador. E o descaramento dos seus líderes é tanto que com o próprio comentário às declarações, as defendem.
Jardim não sabe interpretar a Constituição, porque ainda não percebeu que por questões como esta, deveria ser ele a estar ilegal.
Alberto João fez parte daquela miséria, porém, só começamos a vê-lo como “democrata” quando este caciquismo independentista incendiava a Madeira, com um certo ódio aos contenentais e cujo cheiro ainda senti quando lá estive em 1977. Jardim é perigoso porque a cobardia de alguns sectores nacionais atingiu níveis vergonhosos. O PPD/PSD torna-se co-responsável nestas declarações por não se demarcar das alarvidades do seu fundador. E o descaramento dos seus líderes é tanto que com o próprio comentário às declarações, as defendem.
Jardim não sabe interpretar a Constituição, porque ainda não percebeu que por questões como esta, deveria ser ele a estar ilegal.
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16 julho 2009
Santana Lopes já reza
De mãos e olhos em alvo para o tecto do estúdio, terminou assim a sua entrevista na RTP1: “Os próximos dois anos serão assim, se Deus Nosso Senhor quiser, a trabalhar em Lisboa”.
Claro, já faltava a ajuda divina. Para tudo é preciso uma fezinha, homem. Reze!
Claro, já faltava a ajuda divina. Para tudo é preciso uma fezinha, homem. Reze!
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14 julho 2009
02 julho 2009
Pinho e Bernardino
Ainda hoje me interrogo sobre aquelas dúvidas que Bernardino Soares do PCP tinha, sobre se a Coreia do Norte não era uma democracia. A culpa é minha que não procurei esclarecer-me e é agora que vou ter que fazê-lo. Se não o fiz foi porque não tive essa curiosidade, não me interessou saber, dei como certo, e deixei provavelmente que o deputado fosse queimado em lume brando injustamente. Bastou-me aquela declaração, e como não vi rectificação da mesma, fiquei por ali, provavelmente com um juízo de intenções errado, que é o que mais detesto que me façam.
Mas não deixei de considerar que o simples facto de ser dito, era uma espécie de ofensa à Democracia, a minha. Bernardino disse isto por palavras, não disse isto por gestos e mesmo que o dissesse, tenho dúvidas que o presidente da A.R. viesse defender a honra da Democracia ofendida pelos manguitos e remelguisses do deputado. Mas Bernardino pegou agora na luva branca e num pretenso cheque dado ao clube de futebol dos trabalhadores das minas, e zás! Atirou-o com epítetos à cara do Ministro Pinho. Pobre do “Cenoura”, um rapaz brilhante como ele, do pouco que lhe conheço da vida, com quem acho que foi cometida uma tremenda injustiça de análise, por massacre, só possível porque somos este país assim, incapaz de reconhecer o mérito se ele vier sem bandeiras agarradas, que não atingiu no BES a posição que teve por acaso, nem chegou a Ministro por orbitar na política, levar assim de um Bernardino aquele epíteto, é obra.
Todos temos pensamentos e actos que fazem os nossos momentos baixos da vida. Não me peçam que considere mais grave o de um que os de outro. O ser humano é assim mesmo: imperfeito.
Mas não deixei de considerar que o simples facto de ser dito, era uma espécie de ofensa à Democracia, a minha. Bernardino disse isto por palavras, não disse isto por gestos e mesmo que o dissesse, tenho dúvidas que o presidente da A.R. viesse defender a honra da Democracia ofendida pelos manguitos e remelguisses do deputado. Mas Bernardino pegou agora na luva branca e num pretenso cheque dado ao clube de futebol dos trabalhadores das minas, e zás! Atirou-o com epítetos à cara do Ministro Pinho. Pobre do “Cenoura”, um rapaz brilhante como ele, do pouco que lhe conheço da vida, com quem acho que foi cometida uma tremenda injustiça de análise, por massacre, só possível porque somos este país assim, incapaz de reconhecer o mérito se ele vier sem bandeiras agarradas, que não atingiu no BES a posição que teve por acaso, nem chegou a Ministro por orbitar na política, levar assim de um Bernardino aquele epíteto, é obra.
Todos temos pensamentos e actos que fazem os nossos momentos baixos da vida. Não me peçam que considere mais grave o de um que os de outro. O ser humano é assim mesmo: imperfeito.
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