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Li algures: Cidade-símbolo do capitalismo árabe está à beira de tornar-se uma cidade fantasma. Em tempos, uma amiga enviou-me um pps com fotos maravilhosas de um empreendimento algures no deserto, com canais de água cristalina, lagos com ancoradouros em estilo veneziano, embarcações de recreio onde era possível antever sortudos desta vida, gente dourada pelo sol esquecida das coisas que nem tem que fazer. Respondi-lhe, com a primeira imagem que a minha memória fez, lembrando-me da mensagem final do filme: “O planeta dos macacos”. Via tudo aquilo como uma construção na areia que um dia a lei da entropia converteria fatalmente noutra ordem planetária, quando as areias chegassem para secar aqueles desvarios, ou o desentendimento entre os homens o tornassem num deserto igual ao do filme. Depois, foi também a certeza que a loucura financeira a que assistíamos que suportava tudo aquilo, era como uma espécie de encantamento próprio das miragens da sede no deserto, e continha a prova que seria tudo mais efémero do que parecia. Foi mais ou menos esta a resposta.
Buchholz. Ou o seu epitáfio?
...Nimrod ....................Pathetique
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Como poderá uma Cultura resistir a vaidades e caprichos, e encenamentos de faz-de-conta? A Economia evoluir a cinzento envergonhada e sem chama, e a Defesa comandada por faz-tudos não sucumbir a uma invasão de pirilampos?.
O link Youtube que reproduzo a seguir, foi-me enviado pelo outro Graza, o júnior, com a indicação de que era:
Quantos sabem o que é o Codex Alimentarius? Quantos sabem o que se passa por detrás de uma cortina que vai por em causa o futuro da alimentação humana como a conhecemos hoje, a nível planetário?
Lido de outra forma a frase pode ter outras conotações, mas trata-se efectivamente de uma limpeza às lixeiras do nosso país. É uma cópia do que aconteceu na Estónia em Maio de 2008 e que um grupo decidiu levar à prática também em Portugal. Veja neste link: Let’s do it Estónia, como foi feito.