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22 julho 2010
20 julho 2010
Constituição: Toque a rebate!
É este novo PSD que alguns descontentes enquadrados por corporativismos egoístas se preparam para levar a governo: “O PSD pretende retirar «tendencialmente gratuito» na Saúde e “sem justa causa” na proibição dos despedimentos.” É o tradicional ataque da Direita à Constituição antes de governar. Já vem de longe.
A concretizar-se este golpe de Estado constitucional, como lhe chama António Arnaut, da revolução que fizemos e do que conquistámos pouco nos resta, ou por outra, resta-nos o Parlamento, estes Deputados e os Partidos que temos e por enquanto, Cavaco. Estamos cada vez mais pobres.
19 julho 2010
17 julho 2010
A CPLP e a Guiné Equatorial
A propósito da hipótese da possível admissão da Guiné Equatorial na CPLP, é conveniente esclarecer que na existência de uma comunidade tem que verificar-se a presença de alguns valores comuns identitários, em torno dos quais se decide e se montam os compromissos comuns. Ao estabelecer que existe uma integração sem esses valores reunidos, podemos chamar-lhe o que bem entendermos, e também lhe podemos chamar comunidade porque não? Mas nunca a teremos efectivamente concretizada dessa forma.Quando se trata de povos, há um cimento agregador que vai além da Língua, mas que só ela potencia. Querer inverter a filosofia que está na base desta CPLP que acredito que vai ser um fórum onde nos vamos entender, pode ser a introdução de um elemento desagregador, por introduzir valores não reconhecidos. Não é por acaso que esta Comunidade foi quem mais celebrou a libertação de Timor como nação. Nem se trata do medo de colocar em risco a sua credibilidade, apenas para facilitar movimentações no xadrez político internacional das lideranças corruptas daquele país, mas porque a base da sua constituição, feita à sombra da Língua portuguesa, passou também a transcendê-la, porque foi ditada pelos afectos que só a convivência histórica possibilita. Os povos da CPLP não entenderão as razões da entrada de um país que não reúne os valores através dos quais nos entendemos: a Língua, a história, os afectos.
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15 julho 2010
13 julho 2010
A (des)regulação capitalista
A leitura seguinte no Politeia é obrigatória, porque o neo-liberalismo vai atacar com mais força apoiado nas tais hordas de descamisados, induzidas de que o vizinho lhes rouba a mísera côdea do dia e porque é precisa a nossa preparação para defendermos os valores da solidariedade que não cabem nas avaras cartilhas do lucro a qualquer preço, nem no sectarismo doentio que desmobiliza qualquer luta. A clareza com que J.M.Correia Pinto, continua a reflectir sobre a actualidade portuguesa face ao futuro na/da Europa merece uma visita, apesar do extenso link que deixo:
E o problema que se põe a um país periférico como Portugal, não obviamente em consequência desta sentença, mas relativamente à sua integração na União Europeia é: que futuro? (...)
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12 julho 2010
Saudades coloniais?
Mário Crespo, o tal do “Palhaço”, para Mira Amaral: - E Angola, ainda poderá voltar a ser o eldorado que já foi?
Mira Amaral: - (!) Não gosto dessa expressão. O que lhe posso dizer é que...” etc. etc.
Que palhaçada é esta pá? Ainda estás no tempo do botas?
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Mira Amaral: - (!) Não gosto dessa expressão. O que lhe posso dizer é que...” etc. etc.
Que palhaçada é esta pá? Ainda estás no tempo do botas?
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09 julho 2010
Silêncios criminosos
No Ponte Europa está um grito que honra uma parte da nossa civilização: a que é representada pelo Ateísmo.
Parece existir um pacto de não ingerência das religiões nas interpretações malévolas que cada uma faz do “livro”, em nome não sei de que principio, mas é de tal forma lavado que o único grito que se ouve é o dos Ateus. Os crimes contra a Humanidade são mais graves quando se despem dos ódios que infestam a besta humana e se travestem da justiça religiosa dos seus demónios interiores. A prova, é que o mundo não está neste momento a gritar em o uníssono.
Parece existir um pacto de não ingerência das religiões nas interpretações malévolas que cada uma faz do “livro”, em nome não sei de que principio, mas é de tal forma lavado que o único grito que se ouve é o dos Ateus. Os crimes contra a Humanidade são mais graves quando se despem dos ódios que infestam a besta humana e se travestem da justiça religiosa dos seus demónios interiores. A prova, é que o mundo não está neste momento a gritar em o uníssono.
05 julho 2010
Portugal? Sim! Mas...
Não fosse a firmeza com que Sócrates justificou o veto do Estado à venda da Vivo aos espanhóis, na entrevista de ontem ao El País, que deveria merecer o aplauso e o apoio de todos, independentemente dos ódios de estimação de cada um, e ficaríamos humilhados pelo comportamento dos accionistas portugueses, o BES e a Ongoing. Depois de vermos Cavaco titubear na Republica Checa, temos um Primeiro-Ministro a não se acobardar e não nos deixar de cócoras perante a arrogância castelhana e algumas declarações humilhantes a nosso respeito pouco consentâneas com uma política de boa vizinhança. Mas sabemos que é um esforço que não se pode pedir a alguns, porque na política, como na igreja, o dogma é a razão que encosta cada um à sua barricada. Gostei de ver Sócrates defender Portugal desta forma tão firme no El País.
Mas causa perplexidade o estranho comportamento de alguns portugueses quando se trata de apoiar Portugal por oposição a outros. No Politeia, J.M. Correio Pinto, desabafa neste excelente texto, assim:
Que espécie de complexo será este que impele um tão grande número de portugueses a fazer, por exemplo,(…) Leia o resto.
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03 julho 2010
01 julho 2010
Nem bom vento ...
(Reeditado)
Bem sei que o capital não tem pátria, mas este trás o rótulo castelhano na testa e está a chegar com os maus ventos que mais uma vez nos vieram de um mau casamento! Não lhes vendemos a VIVO, nem os queremos as escutar na PT e queremos que Bruxelas olhe para as golden share dissimuladas que vão pela economia mais blindada da Europa, como o atestam os empresários portugueses. Vamos mandá-los guardar os caramelos, a Zara, a Repsol e os Pina Mouras que os representam e morrerão com o nosso desprezo, mas lutar pela defesa dos sectores estratégicos do país e pela supremacia do Estado em questões fundamentais. Se ainda têm dúvidas, o Iberismo é isto: a falta de respeito pela escala da nossa economia e a provocação que se faz aos portugueses através desta estratégia de polvo. Aí está ele, para já, obrigando o nosso Estado a uma atitude que foi ridicularizada pelos amigos das Lehmans Brothers e quejandos, os mesmos arautos que deixaram passar as más práticas financeiras que lançaram o caos nas finanças mundiais e obrigaram os povos a pagar as suas aldrabices. Entretanto, alguém nos chamou aí de colonialistas? Isso era mais a puta-que-os-pariu! Não acham? Para mim o nível do insulto é igual..
Reedicção I: A arrogância e o cinismo britânico veiculados através do Financial Times, esquecem que se houve quem colonizasse e saqueasse pelo mundo fora foram os ingleses e os seus piratas. Nas Malvinas (Falklands) e na Ilha de Santa Helena não consta que tenha nascido um único inglês imberbe de geração espontânea, como nasce uma flor, no entanto, são território de onde não querem tirar a pata. Chegamos tarde à descolonização para mal dos nossos pecados, mas mesmo assim acabamos por lutar por uma atribuição honrosa e a prova é a excelente relação que temos com os novos países irmãos, o que não admitimos é que nenhum escroque o ponha em dúvida e cole rótulos que nos ofendem a honra.
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Reedicção II: Há argumentos que não podem ser ignorados. Se estamos a discutir e a refazer a Europa à face dos precalços que, provavelmente, ainda bem lhe aconteceram, antes de estar definitivamente concretizada, então é tempo de ouvir tudo o que ainda não foi dito. Leia no Ponte Europa: "PT - a "golden chair" e "PT/Telefónica & Mecado(s)"
28 junho 2010
Soares, acabou hoje!
Talvez não seja oportuno escrever desta forma sobre Mário Soares, mas já não se aguenta, estamos fartos de ter que aceitar que aquele ego desmesurado não tolere a existência de quem lhe faça sombra. Foi primeiro o ético Salgado Zenha, do melhor que o PS teve, foi depois a sua confrontação com o integro Ramalho Eanes, foi ainda o atropelo à candidatura do histórico Manuel Alegre acabando humilhado pela sua ganância por mais um mandato, e finalmente, a confirmação do seu despeito com o apoio disfarçado a Fernando Nobre. Afinal os rumores daquela noite de apresentação da candidatura de Nobre sempre se confirmam. Soares revela mau carácter com este namoro que existe apenas para criar dificuldades a Alegre. Agora, já não se importa que não haja ideologia por detrás do candidato, coisa que sempre privilegiou. Também eu reconheci aqui qualidades a Nobre mas acho-as uma insuficiência, de um ponto de vista até um abuso delas nesta candidatura a P.R. Andar às palmadinhas a Nobre seria caricato se não revelasse um carácter que sempre neguei que existia nele quando me convenciam do contrário.
Não podemos continuar a fingir, Soares acabou hoje. Acabou porque é imoral utilizar o seu lado cândido para nos enganar ao debitar argumentos que não cabem em justificações pueris nem estratégias inócuas. Estava lá Victor Ramalho para tornar tudo mais claro, embora nos digam que as coincidências existem. A mentira é a arma dos fracos. Ele pode gostar de Nobre mas gostará muito mais que Alegre não venha a ser Presidente da República. É uma evidente atitude de mesquinhez que o devia envergonhar perante uma leitura mais isenta e homens assim não merecem fazer parte da galeria dos bons.
Um outro ex-P.R. já disse: “O meu apoio a Manuel Alegre é natural”. Viva então Jorge Sampaio! Rasguei o cartão, Soares acabou hoje.
Não podemos continuar a fingir, Soares acabou hoje. Acabou porque é imoral utilizar o seu lado cândido para nos enganar ao debitar argumentos que não cabem em justificações pueris nem estratégias inócuas. Estava lá Victor Ramalho para tornar tudo mais claro, embora nos digam que as coincidências existem. A mentira é a arma dos fracos. Ele pode gostar de Nobre mas gostará muito mais que Alegre não venha a ser Presidente da República. É uma evidente atitude de mesquinhez que o devia envergonhar perante uma leitura mais isenta e homens assim não merecem fazer parte da galeria dos bons.
Um outro ex-P.R. já disse: “O meu apoio a Manuel Alegre é natural”. Viva então Jorge Sampaio! Rasguei o cartão, Soares acabou hoje.
25 junho 2010
O Mathis e o Embaixador
Parabéns Senhor Embaixador por ter escrito esta carta ao Mathis, ela enche-nos de orgulho:
(...) Pode discutir-se se a escola é o lugar mais indicado para andar com as camisolas da nossa seleção, mas, aos teus amigos de cá, deves lembrar que foi a Revolução Francesa, aquela que está na bela "La Marseillaise", que ensinou o mundo a lutar pela liberdade, a defender a igualdade entre todos e a demonstrar a nossa fraternidade perante os outros. (...) Ler na integra no blogue "duas ou três coisas" do nosso Embaixador em França, Francisco Seixas da Costa, o resto desta maravilhosa carta ao pequeno Mathis, proibido de entrar na escola vestido com a camisola da selecção portuguesa.
(...) Pode discutir-se se a escola é o lugar mais indicado para andar com as camisolas da nossa seleção, mas, aos teus amigos de cá, deves lembrar que foi a Revolução Francesa, aquela que está na bela "La Marseillaise", que ensinou o mundo a lutar pela liberdade, a defender a igualdade entre todos e a demonstrar a nossa fraternidade perante os outros. (...) Ler na integra no blogue "duas ou três coisas" do nosso Embaixador em França, Francisco Seixas da Costa, o resto desta maravilhosa carta ao pequeno Mathis, proibido de entrar na escola vestido com a camisola da selecção portuguesa.
O discurso da tanga.
Neste momento, só alguém com deficiência mental não sabe o que se passa a nível económico e financeiro em Portugal e na Europa. Primeiro, porque esta é uma crise diferente das episódicas e as pessoas estão a ser directamente afectadas depois, porque os níveis de analfabetismo já não são os que Cavaco julga, as pessoas já lêem e já sabem interpretar uma notícia que ouvem. Não é preciso andar a berrar para o exterior a anunciar as nossas dificuldades. Mas Cavaco é mesquinho, quando foi à Republica Checa levar com um pano encharcado ficou-se cobardemente sem uma resposta à altura do desaforo do presidente checo, em vez de defender a honra do país, mas vem agora bater no ceguinho, como aqueles putos que se vingam nos mais novos quando levam nas fuças. Ele é irresponsável. É irresponsável porque sendo economista sabe como funcionam os mercados, vir na pele da primeira instituição da nação fazer um discurso como este que acaba de fazer, só pode ser arrogância, vaidade, mesquinhez, campanha eleitoral ou estupidez.
21 junho 2010
Saramago
Um dia acharia estranho não ler aqui uma referência simples que fosse à morte de Saramago. É nesse sentido que o faço, não que subscreva o formato de texto obrigatório, mas como nestas ocasiões as palavras são de circunstância e tendem para o lugar-comum o melhor é poupá-las para se sobreporem a qualquer texto laudatório.
O rescaldo das cerimónias impõe a questão do homem confrontado com estas homenagens. Ele sabia que seria inevitável este processo que agora vai começar a transcender a sua vida e que já não estaria cá para evitar aproveitamentos e promoções pessoais, penduradas no brilho com que alguns ou algumas ornamentam os discursos fúnebres pejados de alegorias e frases feitas: “...Deus tinha fé em Saramago”, “Não há palavras, Saramago levou-as todas”, ele sabia-o, mas só em vida se lhes poderia opor.
Quanto ao caso Cavaco, esqueçam-no, porque Saramago aceitou que não estivesse presente nas cerimónias e concedeu-lhe que tivesse uma última atitude digna, porque acha que qualquer homem tem sempre esse último direito a preservar a sua honra, ou o que sobre dela. Estar presente, seria sujeitar-se neste último encontro a uma luta patética pela sua dignidade e isso, nem Saramago quereria. Mas concordo que o pior serviço que se pode fazer à sua obra é politizá-la, porque ambos são já de um património mais vasto e estão a caminho na universalidade. Só o Vaticano continua preso aos seus demónios. Se houver Deus, acredito que salvará aquela Igreja um dia.
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09 junho 2010
Isto é obra de quem?
Começo a não ter culpa do tema ser recorrente, mas as provocações é que são muitas. Do programa Sociedade Civil, na RTP2, a Fernanda Freitas faz um espaço de debate interessante face à exaustão dos temas já tratados porque é diário, mas não há bela sem se não, e desta vez o tema foi este: "União Ibérica: ficção ou realidade?" O programa tem um blog onde pode interagir-se deixando comentários e era este o texto:
Ambos os países vêem nesta união a solução para preocupações comuns: criminalidade, terrorismo e crise económica. Mas o que une mais portugueses e espanhóis de forma a aceitarem uma Ibéria? Que cedências seriam feitas? Que língua se aprenderia na escola? Ficaríamos mais fortes economicamente? (Isto num canal do Estado. Imaginam isto em … Espanha? França? Alemanha?)
Ó Fernanda Freitas para além do tema até o texto é horroroso e foi redigido por alguém que se denunciou com ele, então: “Ambos os países vêem…”? Ou antes “Ambos os inquiridos vêem…”? É que eu sou português e não vejo nada disso! E porquê a frase: “Mas o que une mais portugueses e espanhóis…”? E não “Mas o que une mais os inquiridos portugueses e espanhóis…” Isto não é tendencioso?!
Aqui, pode ser visto o programa on-line a partir de amanhã dia 10 de Junho. É preocupante esta “agenda” que alguém está a fazer passar nos media com impunidade, porque não vejo intervir uma Instituição nacional que vele pela nossa independência! Ou não há? Tanto quanto parece, do lado de Espanha a origem está em Salamanca, e do lado de cá parece haver um cheiro a sociedade secreta. Mas será? Atentem agora no último parágrafo do blog: (…) Que cedências seriam feitas? Que língua se aprenderia na escola? (…) Já chegamos a este patamar! Uma riqueza, não é? Até custa crer que Saramago ande acompanhado desta gente. Mas anda! Segundo os artífices da “sondagem” Barómetro Hispano-Luso, (!!!) a uma taxa de crescimento de 5,6% ao ano, dentro de 9 anos todos os portugueses querem a união. Ora porra – que eu sou alentejano e lá não é asneira - só perguntaram aos descendentes do Vasconcelos? Uma União Anti Qualquer Coisa ou de Caça, precisa-se urgente!
05 junho 2010
04 junho 2010
"O Complexo Pizarrito"
Começam a sentir-se fraquezas na resistência à operação da Telefónica sobre a VIVO, porque já aí disseram que “...tudo tem um preço”. Aqui, emendo o ditado “... até a honra” e o capital não a tem. Espanha está a reconquistar a América do Sul e a deslocar Tordesilhas.
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(...) "E se tal acontecer, acontecerá com a PT o que sucedeu com todos os bancos portugueses que foram comprados por Bancos espanhóis: deslocalização e despedimentos massivos. Espanha (Castela) não sabe conviver, sabe apenas exterminar e anexar e nunca esqueceram que Portugal foi o único país que soube furtar-se aos seus ímpetos centrípetos. Não esqueçamos. Eles não esqueceram." .Lido no Quintus.
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02 junho 2010
Recomendo.
Mentiram-nos este tempo todo? do Tacci
Um parlamento rico num país cada vez mais pobre!... do Alexandre Castro
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Um parlamento rico num país cada vez mais pobre!... do Alexandre Castro
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Vida Artificial? II
A propósito da “Vida Artificial” tratada aqui mais abaixo, deve ser dito que este é um exemplo do cuidado que devemos ter quando abordamos uma qualquer matéria, baseados apenas nas notícias que nos caem na sopa, porque o mundo da Ciência de investigação é, apesar do escrutínio a que está sujeito pelos pares, um dos que mais propicia lacunas entre o facto, a notícia e a interpretação, por deficiências no circuito da divulgação não raras vezes intencionais, originando pela sua complexidade interpretações desfocadas.Aconselho a que investiguem a que corresponde efectivamente esta “Vida Artificial” que se noticiou, porque já li por aí sobre o abuso do termo. Com as devidas diferenças faz lembrar aquela que nos deixou um dia a cabeça em água quando foi anunciada a Fusão Nuclear a Frio, por Martin Fleischmann e Stanley Pons, e ficamos em transe, mas por pouco tempo.
Deixo aqui parte de um texto que aconselho que leiam na totalidade, em De Rerun Natura, que fez parte da minha pesquisa sobre a notícia:
(...) “Hoje a sequência do ADN humano é de livre acesso muito graças ao esforço do consórcio público que divulgava os resultados da sequenciação no final de cada dia, à medida que os ia obtendo, fazendo cair a sequência no domínio público.
Mas, para os media e generalidade do público, a história que ficou foi a de que a Celera Genomics fez em dois anos o mesmo que o consórcio público fez em dez, e que talvez tenha havido um desperdício de fundos públicos numa estrutura ineficiente quando comparada com a agilidade de uma única empresa privada” (...)
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