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Fixem-lhe o nome e as fuças - que não foram deformadas por Photoshop - pode ser que ele venha aí um dia a banhos, é Edward Hadas, colunista do Financial Times, um inglês sem vergonha, que nos provocou propondo que o Brasil anexasse Portugal como forma de resolver o problema da nossa dívida. Se lhe respondesse como merecia, seria injusto com os ingleses que possam sobrar e se aproveitem ainda, mas há no mínimo uma resposta: o boicote às subscrições do jornal e o protesto por todas as vias, exigindo um pedido de desculpas, talvez para este e-mail: corrections@ft.com encontrado na página oficial do jornal. Escrevam-lhe em português, pode não ler mas saberá a razão do protesto.
Houve fraude! Afinal, o tal e-mail horroroso e mal escrito que recebemos - e me recusei reenviar - como sendo dos Geração à Rasca, não passa de um aproveitamento mal feito, por outros, os tais que reclamam Um milhão na Avenida e que assim nos baralhou o protesto de amanhã.
Porque não assina esta Petição? Concorda com a forma como se têm comportado as agências de rating americanas? Não acha que têm enorme responsabilidade no desastre que abalou recentemente o sistema financeiro ocidental, ao deixarem que se andasse a vender lixo por valor? Quem são eles? De onde são eles? Que interesses defendem? Agora que não é rentável chafurdar no sector imobiliário descobriram que é possível especular e ganhar com a dívida dos países baixando-lhes a credibilidade?
(…) “Para Carlos Brito, o Partido Comunista devia ter-se unido em torno da candidatura do socialista Manuel Alegre nas últimas eleições presidenciais, em vez de apresentar o seu próprio candidato.
É a representação desta política demagógica de caca com actores medíocres, que nos faz sonhar com praças Tahrir que sublimem e depurem a Democracia.
Entenderá o povo que vota PS/PSD, a recusa em concordar com o BE, PCP e CDS, na limitação dos salários dos gestores públicos, não votando favoravelmente esta proposta apresentada na Assembleia? Duvido que entendam, e até perceberá que esta recusa configura a sua protecção aos homens-de-mão que normalmente preenchem aquelas cadeiras douradas principescamente pagas. Dizem que o critério deverá ser os objectivos. Quais objectivos? Os prejuízos que apresentam? Ou as perfomances que conseguem graças a regimes de monopólio ou em situações de privilégio no mercado? Estarão convencidos que deixaria de haver candidatos, gente de bem e com capacidades - porque elas não são privilégio de meia dúzia - que aceitasse ganhar o mesmo salário do Presidente da República, para as gerir? É a manutenção destas mordomias, que contrastando com o que se passa na base da pirâmide salarial destas e outras empresas, que justifica o aparecimento e o êxito de uma nova canção de intervenção. A geração dos Deolinda, com o seu pragmatismo e sem ideologias, pode muito bem ser a nova mudança que o homem da rua reclama, se tiverem em conta os perigos do aproveitamento de maiorias silenciosas. Mas é preciso que não se esqueçam depois dos rostos que pretenderam manter a partilha de privilégios iníquos.
As ferramentas de investigação que a Net põe à nossa disposição não param de nos surpreender. A cada momento recebemos mais uma que permite saber quase tudo. É o caso desta Biblioteca Mundial da ONU, uma iniciativa da UNESCO, em 7 idiomas: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português, sem necessidade de registo, em www.wdl.org. É um espanto e de uma grande utilidade para investigadores, professores e alunos, tanto mais que não é um processo fechado, está em crescimento e tem possibilidades ilimitadas para recepção de textos e imagens.
A cidadania, como qualquer outra boa prática, não se anuncia, pratica-se. Não basta protestar, o que é preciso é actuar mesmo, sair da letargia, fazer com que as coisas aconteçam! Mas infelizmente, é neste problema com que esbarramos nas pessoas, sendo nos amigos, onde isto mais nos entristece. Eles não participam, não aderem, fingem não ler, não ouvir, não saber. Tudo, menos estar a par de forma a terem uma escapatória.
A negligência tem que ter limites. O estranho caso da idosa que permaneceu morta durante 9 anos no seu apartamento, na Rinchoa, só descoberta quando o novo proprietário se preparava para a despojar do recheio onde ela se incluía esvaída dos fluidos corporais, sem que as autoridades tenham permitido arrombar a porta para despistar essa hipótese, deve ter um culpado. Tem que ter um culpado. E não devemos culpar disto nenhuma das corporações intervenientes, porque isto roça a bestialidade individual que entronca na tal falta de civismo, sempre alicerçada na chico-espertice de quem enverga uma farda, e se sente pairar acima de qualquer civil que precise dos seus brilhantes raciocínios e clarividências de espírito.
Sou um pró Acordo Ortográfico, mas como vêem ainda estou como o Saramago: os revisores do texto que tratem disso.
É incrível isto que está a acontecer com o . Ricardo Sá Fernandes. Denunciando um acto corrupto, acabou por ser penalizado desta forma vergonhosa. Lido aqui e aqui.
Antes, Salgado Zenha, Lopes Cardoso e outros, e agora Manuel Alegre, foram homens íntegros demais, para que a forma como foram tratados não ofusque definitivamente a imagem de alguém que se imagina o monarca de uma República que não lhe pertence. É aqui que deveremos começar a pesquisar as razões que lavaram à eleição por duas vezes de um dos mais tristes e pálidos Presidentes da República Portuguesa, porque recuso aceitar que o culto à personalidade interfira de forma tão desastrada no regime republicano em que acredito. A culpa tem de facto um rosto, mas nunca o de Manuel Alegre.
dizemos:
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O alheamento generalizado da coisa pública é o alimento dos emperramentos que nos entorpeçam, esta, é uma consciência que tenho cada vez mais presente. Foi por isso que aceitei o convite de um grupo de cidadãos para participar no: