Leiam para saber quem acusou “quem” e de que forma, e quem,
sentindo nisso a ofensa, sentenciou – quem sabe se pela consciência de sentir-se
uma imanência do corpo ofendido -, para não terem vocês a veleidade de num país
com uma justiça destas e obreiros de um calibre assim, se atreverem a achar a
porra do que quer que seja, ainda que o que saibam seja do domínio público e que
contribua para sermos o país mais miserável da Europa e dos confins do mundo,
onde o deficit de justiça daria, se fosse pago, para vivermos todos à beira mar
plantados no usufruto de uma reforma dourada. Já não somos javardos porque comemos de
garfo, mas há ainda quem não possa ver uma gamela. Quero outro país! Quero
uma Justiça no quilómetro zero. Quero os biltres em fila para o Linhó, e os
pavões no churrasco. Mas Já!
P.S. Atentem no tempo que Comunicação Social vai dedicar a esta pérola da nossa (j)ustiça.
