15 fevereiro 2006

Iliteracia tecnológica.

Da Revista sobre Política Educativa, Pontosnosii, editada com o Jornal o Público de ontem, alguns sublinhados que dariam só por si matéria para muito debate. Termina Nuno Bordalo Pacheco um artigo assim:

“Creio que ninguém colocará em dúvida as potencialidades educativas da Web 2.0. Acredito, porém, que muitos dirão que tudo isto é muito bonito, mas nas nossas escolas ainda há muitos professores e alunos que não utilizam um simples computador e muito menos os recursos disponibilizados pela velha Web, apesar de todos os projectos, programas, planos, campanhas, cursos, concursos, acções de sensibilização, seminários, oficinas e palestras levados a cabo nas últimas duas décadas.

A resposta a estas questões levar-nos-ía a discussões tão diversas como o modelo de instalação e utilização dos computadores nas escolas e os perfis de competências em TIC exigíveis aos professores que leccionam nas escolas portuguesas. Não vamos discutir hoje estas questões. Mas não podemos deixar de nos interrogar sobre o drama que nós, os professores, protagonizamos ao, pela primeira vez na História da Educação, transportarmos uma carga de iliteracia tecnológica maior que a dos alunos
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1 comentário:

martelo disse...

é que esta malta nova até pode falar mal o português, mas que mexe "bué" nos computadores ...