Schulz num take à Bergman
Etiquetas: Martin Schulz
Um hino na serenidade e na voz
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Etiquetas: Leonard Cohen
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Etiquetas: A Revolução Árabe, Fotografia
Jamie Cullum in Concert
Etiquetas: Jamie Cullum
O Vasco, a capelinha e o Acordo
Se o Ministro da Cultura, Viegas, já afirmou que o Acordo Ortográfico se mantém, é para implementar e essa obrigatoriedade é para o Estado, a partir de 2012, como se compreende que Vasco Graça Moura tenha na sua primeira grande decisão conhecida à frente do CCB, mandado suspender o seu uso naquela casa, inactivando até os suportes informáticos de ajuda existentes? Argumenta que a obrigatoriedade da sua implementação é para eles a partir de 2014, por se tratar de uma entidade de direito privado, mas como aceitar, que estando o Estado vinculado se coloque de fora dessa obrigação uma casa como esta, onde é fundador de referência, apenas porque o seu novo inquilino foi um dos mais acérrimos opositores do Acordo? Que imagem daremos da nossa cultura quando temos cada um a decidir no seu feudo de acordo com convicções pessoais? Ouvindo entretanto a veemência com que VGM justificou a sua decisão, diria até que ele tem em relação à medida que tomou, a certeza da cobertura por tutelas superiores. Não me surpreenderia. Que eu aproveite todos os limites da implementação do AO para me sentir mais confortável com a aplicação das novas regras, entende-se, o que não se percebe é termos entidades deste relevo a darem estas tristes imagens da forma como nos organizamos, num domínio tão importante como a Língua em que nos entendemos.
Reedição:
Uma mensagem amiga alertou-me para o facto do Viegas não ser Ministro. Sim, agora reparo que nunca me pareceu Ministro, embora o tivesse promovido mais levado pela importância que atribuo à pasta do que ao empastado. Afinal ele é só Secretário de Estado. Bem feito para ele que não lhe bastou tanto polimento aos corredores do poder a que paulatinamente se foi chegando. Aqui fica a ressalva.
Etiquetas: Acordo Ortográfico
Manipulação Mediática
Etiquetas: Manipulação Mediática
Reflexões sobre o Impeachment
Leitura recomendada: A revolta e a piedade, de José António Barreiros.
Reedição: Faltou dizer que li pela primeira vez a utilização do termo impeachment ao Presidente da República, um termo do léxico norte-americano adaptado à nossa Constituição, no Legalices, por Ricardo Sardo, pelo que aqui ficam os links: Pode? e Belemgate, para leitura obrigatória das reflexões, também jurídicas, sobre esta questão.
Etiquetas: Cavaco e a Crise
Otelo
Etiquetas: Otelo Saraiva de Carvalho
Que dia histórico!
Imagem retirada do Ponte Europa.
Etiquetas: Lembrem-se deste dia...
Contributos para uma Revolução - II
Destaque: Jornal de Negócios de 27/12/11
Etiquetas: Lei dos Despejos
Alerta na Coudelaria de Alter
Etiquetas: Cavalo Lusitano
Bom 2012
Etiquetas: Feliz 2012
O Crespo...

...é um mééééééééérrrrrrdas!
Etiquetas: Assunção Cristas, Mário Crespo
Contributos para uma Revolução
Destaques: Jornal de Negócios de 27/12/11
Reeditado para deixar uma reflexão sobre o tema. Um artigo de Daniel Oliveira, no Expresso: http://aeiou.expresso.pt/escrever-direito-por-linhas-direitas=f595853
Etiquetas: Arrendamento, Lei dos Despejos
Queiroz ganhou!
Etiquetas: Carlos Queiroz, O Governo e a ADOP
Fujam! Emigrem!
O postal de Natal deveria ficar aqui neste lugar até que a estrutura das filhoses indicasse que a Festa tinha acabado. Mas a falta de vergonha, reiterada em declarações sucessivas por este governo - quanto ao conselho aos portugueses para emigrarem -, e a vergonha que sinto por estar assim representado, obriga-me a interromper as Boas Festas. Foi primeiro um Secretário qualquer, depois o Primeiro-Ministro Passos, logo socorrido pelo amigo/estratega Relvas, e agora foi o euro deputado Rangel a sugerir “… a criação de uma Agência nacional para gerir esse processo”. Fica desta forma claro que não é falta de jeito para comunicar, é mesmo estratégia. É uma nova estratégia! Como é possível? Numa altura em que é preciso motivação, quem nos dirige abdica e diz que não vale a pena! Começa a parecer experimentação na área da psico-social, ou seja, sucedendo a um governo que apostava no optimismo mas esquecia o realismo político, a receita por oposição seja o pessimismo dos braços caídos e o alerta geral como forma de amedrontar, no fundo, a estratégia de um povo dócil para melhor aplicar as receitas. O que está a ser levado à prática é o figurino sempre apregoado pelas teorias conservadoras, que agora podem aplicar de mão beijada.Etiquetas: A crise e o medo, Emigrem
O Postal de Natal
Etiquetas: Bom Natal a Todos
Cesária excluiu-nos
Reedição por ressalva no título: "excluiu-nos" e não "exclui-nos".
Etiquetas: Cesária Évora
Uma Ministra conflituosa
Gente (des)Norteada
Etiquetas: Que etiqueta? Sei lá...
Sonhos inconfessáveis
Etiquetas: Madeira
Greves corporativas
Etiquetas: Corporativismo, Greve, TAP
A guerra pode ter já começado...
Hoje, também eu sou ateniense!
Etiquetas: Sampaio da Nóvoa, Ser ou não ser grego
A Independência às urtigas?
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Etiquetas: 1º de Dezembro
Leões à solta
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- Queixas pelo atraso na chegada às bancadas, tendo saído de Alvalade 35 minutos depois do programado;
- Acusação de exiguidade da bancada com adeptos a ocupar dois lugares, havendo filme das clareiras verificadas na bancada durante o jogo;
- Exibição pelo Benfica da prova da devolução de bilhetes que atestam a não lotação do espaço;
- Fogo posto às cadeiras do estádio após o jogo;
- Agressão aos bombeiros para impedir o ataque às chamas;
- Cânticos de louvor ao incêndio;
- Descoberta nas bancadas dos recipientes que serviram de transporte ao líquido incendiário, o que prova premeditação;
- Acusações por um dirigente leonino de tratamento e funcionamentos “pré-históricos” (!);
- Acusação de mau comportamento policial no acompanhamento da “caixa de adeptos”, como se o Benfica tivesse alguma coisa a ver com isso, parecendo querer que isto sirva de atenuante para o crime de fogo posto;
- Detenção de adeptos da claque conotados com a famosa suástica, etc.
Etiquetas: Futebol, Vandalismo
O fado do nosso Fado
Não será preciso que um júri venha dizer que o nosso Fado é Património da Humanidade, porque isso já nós sabemos, e sabe quem o ouve enternecido sem entender uma palavra cantada, porque é próprio da alma do Fado fazer-se entender pelo lado do coração. Não havendo outro género musical onde isto seja tão verdadeiro, como não podia então deixar de o ser? Se não ouçam: Mariza, Ana Moura e Fábia Rebordão.
Como era possível vir alguém de tão longe dizer-nos isto? Ainda hoje me interrogo, não pelos seus conselhos, mas pelos mecanismos que nos bloqueavam. E se há acontecimentos nessas etapas que ajudam a ter a medida de outras revoluções a que venho assistindo, este, da defesa do Fado feito em 1974 por jovens amigas longínquas da Normandia, é um deles.
Etiquetas: O Fado
A Greve
Etiquetas: Greve Geral

























