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27 outubro 2013
11 maio 2013
Sampaio da Nóvoa e Paulo Morais
Face à situação que temos, pouco importa a sua cor política:
vamos juntá-los, procurar mais uns quantos iguais e deitar fora as
Cristas, os Cratos e os Coelhos e teremos gente para fazer um governo que nos
tire deste buraco. Não deixem de os ouvir. É um arrepio. Uma esperança que nasce.
Só nos falta a Revolução que o permita.
04 dezembro 2011
Hoje, também eu sou ateniense!
O Professor Sampaio da Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, disse um dia destes de cabeça erguida, de uma forma eloquente e generosa: “Sinto-me ateniense e grego, e não cidadão deste mundo, um mundo de manajeiros, de tecnocratas sem rosto, de ‘mãos invisíveis’ que ninguém controla”. Era também nesta forma altiva que gostaria de ver o outro professor exibir-se lá fora, e não com a arrogância parola com que diz que “Portugal não é a Grécia”, como se estivesse a ensinar geografia a meninos no seu economês requentado! Os gregos não merecem esta conversa da treta, como nós não merecíamos o desaforo do presidente checo que ele não soube conter, ou mais recentemente o dos finlandeses, e é com esta falta de solidariedade em efeito dominó que se está a desconstruir a Europa, que a bem dizer nunca esteve. Os alemães, têm outra vez uma estratégia e têm outra vez colaboracionistas, gente descartável, trânsfugas mais repugnantes para eles do que os vencidos de onde vêm.
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