27 dezembro 2007

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Ponte Romana em Alter do Chão. Monumento Nacional. Século I.

Resiste há séculos suportando todo tráfego entre Ponte de Sôr e Alter do Chão, no Alentejo, até quando? Só chegaremos à conclusão de que o limite de velocidade exigida e a passagem de um veículo de cada vez não foram suficientes, quando a degradação se tornar irreversível. Não seria altura de a dignificarmos, aliviando definitivamente a carga rodoviária e projectando-lhe as luzes da ribalta que merece?

2 comentários:

tacci disse...

Meu caro Grazza, a falta de respeito pelo que «já existe» e que, por isso mesmo, não dá chorudos desalizes orçamentais, nem vistosas inaugurações, talvez explique a incúria. Que interessa que tenha dois mil anos? Isso dá dinheiro? Deite-se a baixo. Cimento é o que não falta por aí.
pelo menos enquanto os tolos dos cidadãos forem pagando os impostos.
Mas, pronto, confesso que sou um tanto anarquista.
Um abraço.

Alexandre de Castro disse...

Passei por essa ponte dezenas de vezes e sempre me interroguei até quando a sua estrutura aguentaria o tráfego rodoviário.
É imperdoável a situação actual.