25 março 2008

O Borrego da Páscoa

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Não há ateísmo que resista ao reconhecimento da importância social e familiar de muitas das festas religiosas pelo valor da força da tradição que arrastam. Nas convicções, tudo ficará na mesma apesar da entrega que todos os anos faço nesses dias, pelo êxito de mais uma reunião familiar, celebrando sempre a força dos laços que nos unem.

Mas tudo isto faz mais sentido fora da cidade com o campo ali ao sair da porta e os sons da natureza que aqui nos faltam. É tudo mais genuíno e com outro sentido, até um simples centro de mesa com as flores do jardim da casa!...

Obrigado São e Rui por isso e por aqueles enormes tabuleiros louros e cheirosos que valeram bem o sacrifício daquele pobre borrego.
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2 comentários:

PPF disse...

Estava muito bom... No Geni já estão algumas fotos...

Graza disse...

Se estava bom! O que vale é que chegamos depois do sacrificio e assim já não custou nada...