10 julho 2008

Portugueses de Excelência

(Reeditado)
Actualização dos portugueses de excelência, depois da entrevista de Marinho e Pinto a Judite de Sousa:
Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Mário Viegas, Amália Rodrigues, Manuel Alegre, **************, e Dr. Marinho e Pinto.
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Muita inveja e preocupação há por aí, com estes portugueses fantásticos. Alguns já cá não estão e não tiveram em vida o tratamento que mereciam. Os outros, estão a ter o mesmo tratamento, mas impedi-lo depende de nós.

Mais uma vez o Dr. Marinho e Pinto mostrou a razão porque foi eleito: é a pessoa que melhor defende publicamente os Direitos Humanos e o cidadão, das injustiças da nossa Justiça. Seremos todos cúmplices se não o apoiarmos na pedagogia notável que está a fazer, ao afrontar de peito aberto a "corporação" mais fechada do país. A única que não foi tocada pelos “malefícios” da revolução e manteve assim a sua “pureza” de princípios!... Os exemplos que nos dá são suficientes para se perceber onde está o mal. Um livro já li e sei do que fala – só aquela senhora loura parecia não perceber - o outro, vou procurar ler.



2 comentários:

Ricardo S disse...

Hoje recebi, tal como todos os advogados, um e-mail do Bastonário a dar conta do que se tem passado na Ordem desde que foi eleito. Pelo menos, na óptica dele claro...
Fala de guerrilhas internas, de conspirações, etc.
Se, quanto à forma, Marinho Pinto exagera um pouco (por exemplo com os magistrados, apesar de alguma razão), na matéria tem razão em alguns pontos que refere, nomeadamente alguns abusos, apesar de serem a excepção e não a regra.
Se estiver interessado, posso enviar-lhe o e-mail. Certamente irá gostar de lê-lo.
Abraço.

Graza disse...

Julgo que sabe que não tenho formação em Direito, apenas uma grande preocupação com a Justiça, que coloco no mesmo patamar das prioridades com a Educação. Se é um documento de circulação externa teria todo o gosto em ler, até pela atenção com que acompanho o efeito que as posições do Dr. Marinho e Pinto podem ter no abanar do edificio da Justiça, onde me parece que os silêncios reverênciais a têm manietado. Quantos profissionais vemos assumirem com a frontalidade com que ele o faz, que há questões para resolver na Justiça que não devem ser caladas? Ninguém quer (pode) publicamente fazê-lo, e esse começa logo por ler o primeiro problema da Justiça. Dir-me-á que a especificidade deste orgão do poder em Portugal não o deve fazer na praça pública e que tem lugares próprios, mas não terá sido esse hermetismo o principio do disfuncionamento. Estou a lembrar-me de alguns Juizes pela Cidadania: Eurico Reis, Rangel, mas são apenas uma timida lufada de ar fresco, e veja com que resultados.

Agradeço então gentileza do envio para: jgraza@gmail.com

Cumprimentos