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18 setembro 2009

(+) militantes (-) Partido

Segundo a Lusa, MFL sugeriu que o assunto da compra de votos “só surgiu por se estar em período de campanha eleitoral”. Ok pronto, é a politica à portuguesa, mas, isso só vale quando é o PSD a ser afectado? E depois não percebemos este só. “Só surgiu”?! Não lhe parece que este “” está ali para diminuir o acontecimento? Acha que deveria ser assunto para continuar a negligenciar fora da época de caça ao voto? É que segundo o DN reportando à revista Sábado, há seis anos que vem acontecendo isto: (...) "Aliás, houve um aumento exponencial de militantes sociais-democratas na distrital de Lisboa. Em seis anos, de 2002 a 2008, o número de militantes aumentou de 8326 para 14 082". A propósito da sextuplicação da secção E, a Sábado encontrou um exemplo de um militante, Felismino Vaz, que revela que "nunca pagou quotas nem sabe quem as paga" (...)
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Isto explicará um pouco aquela expressão que parece desvalorizar uma prática que pode ser punível com pena de prisão? Last but not least: aqui não há cartas nem fontes anónimas, há gente a dar a cara e não parecem ser infiltrados, estes cinco elementos são ou foram militantes. Resumindo, mais uma trapalhada com os tais dois habilidosos elementos da sua lista que contrariam aquele seu v da verdade.
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17 setembro 2009

Os militantes fazem o Partido.

“Pare com o TGV senhora ministra que o povo não aguenta. Pare, depois fazemo-lo nós.”
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A cena foi-me relatada por uma amiga e passou-se esta semana no Hotel Turismo, na Guarda. Manuela Ferreira Leite acaba a sua reunião/comício, os militantes dispersam, os jornalistas saem de cena, os carros dos repórteres abandonam o local, mas numa sala ao lado do Hall do hotel uma única equipa de televisão ficou mais tempo para afinar a reportagem para enviar para a estação, e a minha amiga consegue aperceber-se do valor atribuído pelos repórteres ao pedaço de gravação daquele apelo.

Perguntou-me depois interessada na conclusão, se tinha ouvido aquilo reportado nos jornais de campanha para saber se no estúdio se tinha dado o mesmo valor àquele episódio. Não pude confirmar! Que pena tive não poder concluir a sua investigação. Se alguém ouviu, ajude.
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16 setembro 2009

MFL chama o azar.

Juro que ouvi isto ontem na rádio. MFL respondendo à pergunta de uma jornalista, sobre uma sua declaração antiga, esclareceu: “O que eu disse em tempos foi que como o azar me persegue, se um dia for Ministra da Defesa, os espanhóis invadem Portugal”.

Entendamo-nos. Nem os espanhóis querem que venha a ser Ministra da Defesa, nem nós queremos alguém no governo que chame tanto o azar como a Senhora. Fique quieta por favor.
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14 setembro 2009

O voto e o patriotismo.

Uma coisa é estar-se agora contra o TGV, tendo estado a favor há 5 anos e também, perceber que na unicidade do termo Iberismo, em vez do Luso-Espanhol, há uma tendência para o desvirtuamento da nossa matriz, funcionando sempre como um catalisador de hegemonias indesejáveis, até pela desproporção territorial se não houvessem outras a ter em conta. Outra questão é, em campanha eleitoral, chamar à liça o patriotismo como argumento, misturando com independência económica e outros. Não me recordo que alguma vez um líder partidário tenha utilizado tão desesperada e abusivamente este sentimento, pelo qual deveria haver mais respeito. Está a valer tudo e a perder-se a vergonha!
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