14 setembro 2009

O voto e o patriotismo.

Uma coisa é estar-se agora contra o TGV, tendo estado a favor há 5 anos e também, perceber que na unicidade do termo Iberismo, em vez do Luso-Espanhol, há uma tendência para o desvirtuamento da nossa matriz, funcionando sempre como um catalisador de hegemonias indesejáveis, até pela desproporção territorial se não houvessem outras a ter em conta. Outra questão é, em campanha eleitoral, chamar à liça o patriotismo como argumento, misturando com independência económica e outros. Não me recordo que alguma vez um líder partidário tenha utilizado tão desesperada e abusivamente este sentimento, pelo qual deveria haver mais respeito. Está a valer tudo e a perder-se a vergonha!
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