07 setembro 2007
05 setembro 2007
04 setembro 2007
Transgredir nos Transgénicos?
É em nome dessa permanente centelha de alerta que me orgulho de não estar ao lado dos Portas ou das Confrarias do Bolo Rei deste país, a propósito da Invasão de Silves e das promissoras maçarocas que se perderam. Espero continuar a não ter receio de saber quando devo fazê-lo. Não são os pobres do Mundo que estão a impor os Transgénicos, como não são os pobres do Mundo que impõem a fome. Pelo menos por aqui, não me vou deixar anquilosar. A minha moral recusa a aceitação do politicamente correcto mas também nunca disse que era um alinhado. Envelheçam vocês sózinhos, se quiserem. Eu não tenho medo das Revoluções, só porque ...transgridem.
28 agosto 2007
Um Equívoco.
Diz-me, se uma comunidade rural distante e isolada, poderá desta forma – o dominio absoluto dos transgénicos - continuar a deitar semente à terra, colher o produto, reservar como sempre uma parte para a semente e voltar ao cultivo na próxima época de sementeira?
Diz-me, se não consideras haver no mundo excedentes agrícolas, mesmo antes dos transgénicos, sendo o problema da fome uma outra questão que não passa por aqui?
E diz-me, como homem de ciência, se devemos considerar que a selecção ou cruzamento das espécies de uma forma natural é o mesmo que a manipulação artificial dos seus genes?
22 agosto 2007
21 agosto 2007
Transgénicos na Broa
É esta irracionalidade que sinceramente me espanta no homem, quando se defendem as bandeiras que albergam a sacrossanta ambição que desgenera nos egoísmos incensados, e não nos verdadeiros valores da humanidade.
Pensar? Para quê? E é este ferrete que os impele a apoiar a Invasão do Iraque, mas estar contra a Invasão de Silves. Porquê?
Só porque sim. Digo, porque a propriedade era privada.
19 agosto 2007
Nem os bichos gostam!
Se os Transgénicos ao ar livre são estéreis, isto é, não produzem semente, quem passa a ser o detentor da semente alimentar da humanidade? Já se interrogou sobre isto? Não acha preocupante?Antes de condenar seja o que for nesta postura anti-transgénica, porque não se informa e não a debate com os seus? A minha pesquisa encontrou estas duas posições que considero relevantes sobre a forma como cada grupo vê a questão. São recortes dos textos, leia o resto e tire conclusões.13 agosto 2007
Porto Covo

Averiguação posterior: Lendo esta entrevista no Jornal O Primeiro de Janeiro entende-se melhor este processo kafkiano e percebe-se como aquele fatalismo é o alimento que tem mantido aquela asneira.
07 agosto 2007
05 agosto 2007
Baixa Pombalina
Vejo tudo demasiado cinzento e sem rasgo, enquanto Lisboa definha.
04 agosto 2007
O Espírito Crítico
Aquilo que a memória do meu sistema sensorial me traz recorrentemente, acaba por ser só o que interpretou e é isso que verdadeiramente me importa.
É assim, através da impressividade que me deixam as sensações do contacto com a obra, que faço a ponte sobre lacunas culturais, fazendo delas a minha medida padrão. Mas prefiro assim, a correr o risco de ficar com a sensação de ter armado aos cágados.
01 agosto 2007
... um País de basbaques.
É imperdível o que diz Luis Tito no Tugir, sobre a questão “Paulo Macedo”. Leia o resto.
26 julho 2007
Uma Vida num Dia...

Obtido o nome, consegui decobri-la no excelente album do fotógrafo Valter Jacinto, de Faro. É esta que aqui vai. A aposta agora é ver o stress de uma vida concentrado num dia. Quem sabe se um dia não a reencarnamos? O desafio está feito, porque a vida também se faz de pequenos nadas.
24 julho 2007
Almada vs. Os Dantas
O Jardim Botânico
22 julho 2007
21 julho 2007
Renego Saramago - II
Quando o Ministro diz que "concorda" ou "discorda" com qualquer coisa, pressupõe que existe a questão sobre a qual toma posição, admitindo assim o debate e a existência dela, ao entrar nele. Não é possível em termos institucionais ter uma opinião oficial sobre um “não assunto”. Opinar é tomar partido, é legitimar a sondagem. O que leva então o Ministro de Portugal ao paradoxo e a pronunciar-se nos termos tão absurdos de um “discorda”, auto mandatando-se e admitindo deste modo a oficialidade da existência da questão?
Imagine que lhe chamam filho da p.... Faz sentido vir a público declarar que não é filho da p...? Não. Quanto muito partia era os cornos a alguém e acabava assim a tentativa de ligitimar a existência da questão. Ou não? Há coisas que não se discutem, como a nossa honra.
18 julho 2007
Renego Saramago – I
Em Espanha existe uma causa e uma ETA. Em Portugal, por enquanto, só há uma, a causa....
Estou perfeitamente atónito e quase me apetece desistir da defesa do país em que acredito ainda, tal o nojo por estas “personalidades” que ajudei a dignificar, bramindo contra os odientos Laras dos consulados Cavaco, os tais que lhe vedaram então o acesso há Europa. Vejo agora que não saíu. Desertou. O que agora diz, ajuda a perceber a acrimónia que se sentia sempre que falava de nós. E eu estranhava de facto o exagero daquela continuada cruzada contra os Laras, porque quase me sentia atingido. Afinal, falava mesmo de nós! Não falava dos Laras que eu tanto maltratei. Era mesmo de nós! Passou-se para o outro lado, o que vive com o trauma histórico mal resolvido de ter o mapa ratado num canto e não sabe explicar isso às criancinhas, e estará agora a defender interesses que não são seguramente os nossos! Vamos ter que voltar a isto até porque outro lá em cima diz: discorda... Discorda! Então não anda tudo louco? Vocês estão a ler o mesmo que eu? Ninguém se ofende com gente assim na familia que vai lá para fora vergar-se desta forma?
17 julho 2007
Entretanto,
15 julho 2007
Outra vez? Não sabiam?...
Começamos bem Tónho. Mas isto terá consequências porque acredito não sou único.
Cena seguinte: Carmona, da mesma forma e com a mesma desfaçatez deu o devido troco à má educação, à falta de civismo e principios democráticos que estão a centrifugar as minhas incrustações de apego à familia socalista, falando também sobre as declarações de António Costa.
Hoje, por mais este reiterado e patético episódio, praticado por uma familia que não tinha como arruaceira nos principios, sinto-me definitivamente a descolar. Talvez sejam os meus fortes anseios de liberdade a não pactuar com estas estranhas reincidências. O que verdadeiramente me espanta é que não entendam quanto mal estão a fazer a si próprios, provocando-me naquilo que é para mim mais fundamental: os meus principios.
Berardo e o CCB
Sei que isto não é pacífico, mas somos um país pequeno que precisa destas polémicas para alimentar muita gente, é como dizía José Gil “...Em Portugal nada acontece, “não há drama, tudo é intriga e trama”...”. Alimentamos com os nossos gostos telenoveleiros as nossas distracções do que é essencial. Olhem, com o balanço que venho, até eu me permito brincar à arte com a arte dos outros. Aqui vai...
14 julho 2007
Lisboa numa fase histórica

Foi o resultado histórico da incúria acumulada na construção da cidade, depois do que fez o Marquês de Pombal, e da ausência de grandes visionários que tivessem sobreposto o seu trabalho. Houve até tempos recentes em que a Câmara tinha como arquitecto do que se projectava para Lisboa, um desenhador, rabiscando algumas coisas de tal forma que algumas delas tiveram que ser desmanteladas. O Martim Moniz, tem lá duas ainda em pé, e como dizia João Soares, a única solução é o camartelo.
Era fundamental que tivesse havido ao longo dos tempos, um perímetro e uma radialidade de salvaguarda dos projectos urbanos e da construção de má qualidade, assim, a única coisa que se salvou, descontando honrosas excepções, foi o que fez o Marquês de Pombal, mas infelizmente, está a chegar ao fim.
Por outro lado, Lisboa está numa fase histórica única, precisa de ser repensada porque são novas as questões que se põem. São o esvaziamento pelo suburbano, a deslocação dos serviços e do emprego, a desertificação habitacional do centro, o envelhecimento e a diminuição de habitantes, o novo aeroporto e “ai Jesus” o que vai ser daquele espaço, as megalomanias de utilização comercial – Parque Mayer - encravadas em colinas a proteger, a Frente Ribeirinha, a perda da competividade como porto marítimo, etc. etc.
13 julho 2007
Um brilho engandor
.jpg)
08 julho 2007
SOS Terra - Live Earth 2007
O ano passado ofereci ao prédio em que habito, três contentores para reciclagem do seu lixo. A Câmara de Lisboa, escudada em rigores que não usa noutras circunstâncias, recusou oferecer-nos os do modelo que tem em uso noutros bairros da cidade.
A questão era simples, os inquilinos, salvo honrosas excepções, depositavam todo o seu seu lixo no contentor do lixo comum, porque os ecopontos estão a alguma distância. A partir dali uma ou duas vezes por semana a nossa porteira vai generosamente deixar na reciclagem o lixo já devidamente separado.
Só com empenho individual e com a denúncia pública dos erros, conseguiremos, não emendar porque o mal já está feito, mas atenuar o declínio de qualquer coisa de muito mau que aí vem.
05 julho 2007
26 junho 2007
47
A minha proposta, deixando que tudo ocorra no seio da iniciativa popular, apela no entanto para uma “entidade” que publicamente evidenciasse as boas práticas da oferta, sem imposições e sem perda da genuinidade dos festejos de cada bairro, de cada rua ou de cada pátio. Os bons exemplos distinguidos passariam a ser emitados pelo resto da comunidade. Essa distinção, tendo já o prémio de ser pública, não precisaria de outros prémios para não distorcer o carácter popular da mesma, funcionando mais como um motivo de orgulho para a zona ou para o promotor, não invalidando que não fosse criada uma atestação (uma espécie de bandeira azul) passada pela entidade que acompanhou e aconselhou nos festejos.
A ideia é que com pequenas intervenções e aconselhamentos se consiga com relativa facilidade corrigir hábitos enraizados que não faz sentido esperar que seja o tempo a mudá-los. São os alguidares de àguas turvas, o peixe maltratado antes de assado e o trapo sujo que vira pano. Mas também, a comunidade que não é chamada a ter outros cuidados no tratamento da sua zona, da sua banca, da sua porta, janela, estendal etc.. Os nossos bairros populares têm aquela condição especial para a festa da proximidade entre os cidadãos. Torná-la mais urbana, através de cuidados de que hoje se nota a falta, não a mataria, pelo contrário talvez a recolocasse de outra forma no roteiro turítico interno e externo. Melhorar é possível, mas parece haver quem não saiba como.
24 junho 2007
O Pátio D. Fradique
Como aquelas fotos me surpreenderam e desconhecia totalmente a entrada da zona Oriental, fui investigar. Vou exagerar a reportagem porque acho que a situação justifica. Pasmei de surpresa! Como é possível que Autarcas e Governos sucessivos tenham permitido a manutenção daquela degradação e que aquela seja uma entrada para um dos mais importantes monumentos de Lisboa e um dos mais visitados em Portugal. Enquanto lá estive não havia um visitante que não levasse uma foto de recordação. Um verdadeiro escândalo a precisar que os Lisboetas peçam responsabilidades imediatas. Aqui fica também a denúncia da vergonha para aqueles que não se calam com o prestígio internacional de Portugal nesta altura de Presidências Europeias.
Houve uma tentativa em 2003 de tratar a questão do pátio, mas como vemos foi rejeitada. Uma maioria PPD + CDS na CML votou contra!... Reunião de Câmara de 19 de Fevereiro de 2003
22 junho 2007
O Maestro
Por isso aqui vai um testemunho tão comunicacional como só este Maestro consegue ter. Ele tem de facto o dom da comunicação.
17 junho 2007
APL. Privados do Tejo
Resta agora uma zona compreendida entre Sta. Apolónia e o Cais do Sodré, como a única livre de linha férrea e portanto a única disponivel para uma utilização mais dinâmica da zona do rio. Ou melhor, restava, porque é exactamente para aqui que se pretende transferir o cais dos grandes cruzeiros que inclui o levantamento de uma barreira de construções de apoio ao novo porto que envolve o condicionamento quase total daquela zona.
Lisboa continua navegável e não deixou de ter amarração, basta subir ou descer para se encontrar zona do rio já interdita pela linha e aí refazer o porto. Mas nós somos assim, permanentemente embevecidos pela cultura do pato bravo: quanto mais raro mais valioso, melhor para construir e cimentar. Ninguém nos perguntou se queriamos definitivamente aquela zona transfornada num espécie de condomínio fechado. O processo já está em andamento e parece que ninguém deu por isso, mas também é verdade que poucos dos que souberam, reagiram e são sempre os mesmos a fazê-lo:
“De Miguel Sousa Tavares, no Expresso:
Pois então, lá vamos outra vez. A distinta Administração do Porto de Lisboa (APL) está lançada em mais uma tentativa de nos roubar parte do Tejo. Agora é o projecto do novo terminal de passageiros de paquetes em Santa Apolónia. Um muro de construções de oito metros de altura por seiscentos de comprido (!), que inclui centros comerciais e hotel. Também na zona do Cais do Sodré está a nascer, a uma velocidade incrível, uma construção maciça, em cima do rio, e que vai quase até ao Terreiro do Paço, eliminando uma zona de jardim, de passeio e de vista. Suponho que seja também obra do porto de Lisboa, uma vez que nenhuma placa no local indica do que se trata e eu já sei que, à beira-rio, do Parque das Nações a Algés, mandam esses senhores e ninguém tem mão neles.
Este porto de Lisboa é verdadeiramente um «case study» de pirataria impune. Têm ao seu dispor a melhor de todas as zonas da cidade de Lisboa: 13 quilómetros de frente de rio — um luxo em qualquer cidade do mundo. São terrenos do domínio público marítimo, isto é, terrenos públicos,” ...
Leia o resto aqui no Instante Fatal.
16 junho 2007
Televisão sem rigor
Atendendo ao comportamento da Televisão e sendo os jornalistas que a dirigem, que a fazem, nenhum destes profissionais tem estes quatro principios iniciais como base. O que temos visto de discriminação na cobertura das candidaturas à Câmara de Lisboa em desfavor de alguns candidatos é o exemplo flagrante da falta de pudor instalada. Não venham porém com o discurso habitual como se fossem intocáveis quando são acusados, nem agitem a costumeira defesa corporativa, porque não estão acima de classe profissional nenhuma em Portugal. Bem sei que têm também um patrão que lhes nutre o sustento, mas então, não respondam com a falsa indignação quando lhes apontamos as vergonhas por estas formas de fazer jornalismo.Há muitas questões em Portugal com falta de Provedores com poder, esta, é uma delas e para mim, de Justiça. Exemplos:
Helena Roseta denunciou hoje na SIC Notícias a profunda discriminação no tratamento noticioso das actividades da campanha. Entre 4 e 11 de Junho, esta candidatura teve 15 minutos, quando as restantes tiveram cerca de 40, à excepção de Sá Fernandes ( 1 hora ) e Carmona ( 1 hora e 45m ).
No caso concreto da TVI, desde o dia 4 de Junho e até ao dia 13, todos os noticiários omitiram as acções desta candidatura. No entanto, a opção editorial levou a que os candidatos António Costa e Sá Fernandes aparecessem em notícias com uma duração acumulada de oito minutos e dois segundos. Registamos ainda que foi anulado, por indicação da direcção da TVI, um convite já por nós aceite para participar num programa dessa estação.
Leia o resto em Cidadãos por Lisboa.
11 junho 2007
09 junho 2007
Movimento Zona Ribeirinha
Na sua campanha Helena Roseta está a defender as seguintes propostas: um plano de bacia, com uma gestão integrada, para o estuário do Tejo, que deverá ser proposto ao Governo; o lançamento de um concurso internacional de ideias para novas soluções urbanas que permitam ligar, com percursos públicos, pontos da parte antiga da cidade com o rio, vencendo a barreira do comboio e da rede viária; e uma nova entidade gestora, com a presença da APL e da Câmara Municipal, para gerir o território ribeirinho, que deve manter-se como domínio público mas conseguir conciliar a vocação portuária de Lisboa com as possibilidades de lazer que devem ser estar associadas à zona ribeirinha.
A APL – Associação do Porto de Lisboa, é uma entidade de direito privado para a qual os cidadãos não votam, logo, não tem o direito de mexer em nada que altere radicalmente a visibilidade que Lisboa quer ter do seu rio, ainda que a coberto ou embrulhado num projecto nacional. É preciso acordar antes que o mal esteja feito. Alguém tem de pegar nesta bandeira de forma a poder juntar os cidadãos que queiram lutar por isto. A APL tentou no tempo de Cavaco Silva com o POZOR, mas encontrou um Miguel Sousa Tavares decidido a impedir a asneira. A APL está novamente a tentar e aprendeu com o erro anterior que as coisas têm que ser feitas com outro cuidado e vai concerteza apanhar Lisboa distraida. É a Lisboa que compete urbanizar a cidade.
Mais no sobre o assunto:
APL, por quem o Tejo chora
Cidadãos por Lisboa
Cidadania LX
05 junho 2007
Sem palavras
Desconhecia o brilhante discurso desta jovem. Isto foi em 1992, já passaram 15 anos. Ouçam. É obrigatório.
30 maio 2007
Helena e Eduardo Lourenço
Helena Roseta põe agora também a nu, com o exemplo de Ségolène Royal que Eduardo Lourenço vai buscar, a incongruência das análises do Professor que se contradiz completamente..
Resisto à transcrição, vale a pena ler.
Jornalismo Duvidoso
Aqui fica a denúncia. Também vi o que este anónimo disse neste comentário. Outra vez a SIC!...
Hoje, no noticiário da 1H da SIC Notícias, António Costa abriu com cerca de 8 minutos as notícias sobre os candidatos Fernando Negrão, Sá Fernandes e Ruben de Carvalho, no total, não chegou aos 8 minutos. Dos restantes candidatos nem falaram. Entendo que esta situação deve ser denunciada, denúncia que ganha mais significado numa campanha com custos custos controlados e onde o período legalmente disponível para a Campanha é curto, ficando sobretudo prejudicados os candidatos independentes.
Isto é um dejá vu das Presidenciais. Depois admirem-se de Conseguirmos o Impossivel.
26 maio 2007
Conseguir o Impossível
Foi uma experiência nova. Sabia que era possível se quiséssemos acreditar, partindo para a aventura nesta causa sem apoios partidários, apenas com a força das nossas convicções. Mobilizámo-nos, também aqui na net, com uma coordenação exemplar que se baseou apenas em recusar o protagonismo e fizemos isto contra as poderosas máquinas partidárias que do meu ponto de vista, arrasámos. Curiosamente, não deixei de pertencer à familia política onde sempre encontrei os meus valores. Uma nova forma de estar na política é possível, dá trabalho porque exige pensamento autónomo, é preciso é não ter medo disso.
Gostei de me ver lá dentro. Obrigado.
Balanço Interrompido
Porque não tenho razões para duvidar da brincadeira e porque esta vida anda demasiado bacambúzia, aqui ficam cinco sementes de blogues com tomates que igualmente se debatem por causas nobres:
Doca do Tempo
Estranho Estrangeiro
20 maio 2007
Intervalo para Balanço
Todos temos na vida um momento de Balanço.
Porque recuso Sinatra, troco pela interpretação de Paul Anka.
19 maio 2007
Zoro e Fernando Alves
Uma nova força cívica
Em nome de que princípios democráticos e de uma matriz de Esquerda em que o PS acenta, se dispensa uma força tão mais activa do que a sua tradicional base de apoio?
Quando percebe o PS que há já um imenso número de portugueses que aspira implementar novas formas de participar cívicamente?
Virá mais tarde apanhar a "palavra", como já se vai ouvindo e tentar fazer crer que também está atento à aspiração de cidadania dos portugueses, para enclausurar depois tudo nos mesmos velhos processos?
E aí, não será tarde de mais?
17 maio 2007
Afinidades Cívicas
O PS não percebeu ainda a mais valia de ter um Movimento de reflexão como este e com estas virtualidades e lá vamos ter outra vez o tal Sr.da Silva aos saltos num comício, invectivando nestas autárquicas como o fez nas presidenciais, esquecendo que daqui a mais dois ou três anos já ninguém se lembra do Sr. Silva e ao contrário, a nossa memória guardará quem tiver estatuto para isso.
12 maio 2007
"Cidadãos por Lisboa"
A lista de candidatos Cidadãos por Lisboa não depende de nenhum partido político.
A lista Cidadãos por Lisboa, encabeçada por Helena Roseta, terá de ser proposta por 4000 eleitores recenseados em Lisboa. Cada eleitor só pode ser proponente de uma única lista de cidadãos. Para ser proponente da candidatura, preencha a declaração de propositura e envie para: “Cidadãos por Lisboa” Apartado 27032, EC D. Luís I, 1201-950 Lisboa"
Sede da Candidatura (R. das Portas de Stº Antão, 84-90)
11 maio 2007
António Costa?!...
A tão propalada determinação de Sócrates prepara-se para ser outra vez "teimosia" e reeditar o cenário das Presidênciais. Mas ainda está a tempo.
10 maio 2007
Helena Roseta por Lisboa

- A Arquitecta Helena Roseta é uma mulher inteligente.
- Pela experiência autárquica que tem.
- Pela qualificação técnica que possui, fundamental para a gestão de uma câmara.
- E pelo empenho que demonstra quando luta por uma causa.
07 maio 2007
Os ganhadores da Direita.
Isaltino Morais
Valentim Loureiro
Santana Lopes
Carmona Rodrigues
Cavaco Silva
João Jardim & Jaime Ramos
Informação complementar confirmada no Google, leva-me a incluir este digno representante da Covilhã:
Somos um povo estranho!...
06 maio 2007
05 maio 2007
Máscara Ibérica
04 maio 2007
03 maio 2007
Ségolène ao ataque
Lá como cá preferia um presidente com as capacidades humanas de indignação perante a injustiça. Segoléne mostrou-o aos 54 minutos do debate, numa situação perfeitamente justificada quando atacou Sarkozy sobre uma medida de Educação. O ser humano foi dotado com qualidades e defeitos que temos o direito de conhecer na sua plenitude, quando se trata de uma escolha tão importante. Contra a importância da fachada e do hermetismo opõe-se a da postura humana aberta e da transparência. Contra um candidato com um olhar no presente opõe-se uma presidente com espírito de futuro, e a França e a Europa precisam disso.02 maio 2007
"As Mãos Sujas"
O PSD do Continente não poderá nunca lavar as mãos desta vergonha. Este estígma vai ficar-lhe colado como imagem de marca, quer queira quer não, porque haverá uma altura em que vai querer tirá-la de cima, mas aí será tarde e não consentiremos. Eles são no Continente o “advogado” de Alberto João Jardim e é bom que um dia não o esqueçam.
Condenar um povo é mais complicado, porque os povos que exaltam estes figurões são os mesmos que os enforcam. Os povos são nos momentos analisados, os culpados, mas nunca o são de todo. Há motivos históricos que estiveram na base dos seus atrasos cívicos e culturais que a evolução se encarrega de alterar e por vezes essa evolução vem de forma rápida – revolução - e revoltar no nosso dicionário significa indignar. Os portugueses por exemplo, tiveram essa aprendizagem que julgo que a Madeira não teve com a mesma expressão, no primeiro 1º de Maio. Alguns dias antes, ninguém sabia o que era a felicidade que naquele dia tinham estampada no rosto. No caso da Madeira, temos que esperar o tempo deste povo perceber o arremedo de democracia em que anda. Faz pena ver a forma como aquelas pessoas respondem perante uma câmara de televisão e numa grande parte nota-se o comedimento e o calculismo das respostas, é uma sociedade manietada, dependente dos engodos que Jardim lhes tem dado, só quando perceberem que Jardim os tem usado como bonifrates da sua interpretação de democracia, os madeirenses se indignarão, mas nessa altura Jardim já cá não estará, e ter-se-à encarregue de semear por aquelas cabeças laranjinhas a forma de continuar a fazer aquele teatro de saltimbancos. Lamento profunda e sinceramente, porque eu não conseguiria, pelos verdadeiros democratas que têm que viver a claustrofobia daquele cerco.
Por enquanto, só nos resta ir comendo banana da Madeira em vez da Venezuela, para que o produto não vá apodecendo por aí, e o déficit seja maior.
01 maio 2007
Quando, outra vez?

“No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas...”
...”Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário...”
...”A Internacional Socialista é uma organização global de partidos sociais democratas, socialista e "labour" (trabalhistas), Actualmente junta 162 partidos e organizações de todo o mundo. Foi fundada em 1889, pela facção marxista após a cisão da Associação Internacional dos Trabalhadores, sendo por isto também chamada de Segunda Internacional....”
de Busca – Wikipédia.



ab.jpg)



